Política

Justiça de MS vai decidir se USP pode aferir relógios coletados na CPI da Energisa

Concessionária entrou com liminar na justiça e aferição segue suspensa na USP de São Carlos

Renata Volpe Publicado em 16/06/2021, às 12h31

CPI da Energisa está com os trabalhos suspensos.
CPI da Energisa está com os trabalhos suspensos. - Divulgação, Energisa

A Justiça de Mato Grosso do Sul deve decidir nesta quarta-feira (16), se a aferição dos 200 relógios coletados para CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Energisa, poderá ser realizada no laboratório da USP (Universidade de São Paulo), do campus de São Carlos.

Instaurada em 12 de novembro de 2019, a CPI está com os trabalhos suspensos devido à pandemia da Covid-19. Neste meio tempo, a Energisa entrou na justiça questionando a aferição dos relógios pela Universidade não ter certificado do Inmetro.

Assim, a concessionária de energia conseguiu a liminar e suspendeu a averiguação. Em maio do ano passado, o Inmetro respondeu ofício da CPI movida pela Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) informando que entidades especializadas estão aptas a realizar esse trabalho.

O vice-presidente da CPI, Capitão Contar (PSL) publicou nas redes sociais, que a Comissão existe para trazer esclarecimentos aos sul-mato-grossenses. “São milhares de reclamações em relação ao péssimo serviço prestado e aos aumentos injustificáveis nas contas de energia. Desta forma, trabalhamos pautados pelo compromisso com a verdade e buscamos um laboratório com total capacidade técnica, qualificação e idoneidade para realizar a aferição dos relógios”.

Jornal Midiamax