Política

'Em MS, bandido não se cria', diz Paulo Corrêa em homenagem à Polícia Civil

Moção de Congratulação será encaminhada aos policiais que solucionaram o sequestro de uma mulher

Renata Volpe Publicado em 21/09/2021, às 10h29

Presidente da Alems, Paulo Corrêa (PSDB) lendo a Moção de Congratulação encaminhada à Polícia Civil de MS
Presidente da Alems, Paulo Corrêa (PSDB) lendo a Moção de Congratulação encaminhada à Polícia Civil de MS - Reprodução

‘Em Mato Grosso do Sul, bandido não faz carreira, bandido não se cria’. A fala é do presidente da Alems (Assembleia Legislativa), Paulo Corrêa (PSDB), que apresentou Moção de Congratulação encaminhada à Polícia Civil, pela rápida resolutividade no caso do sequestro de uma mulher de 50 anos, no último sábado (18).

Corrêa afirmou que em 29 de setembro é comemorado o dia do policial civil, mas encaminha, nesta terça-feira (21), Moção de Congratulação aos policiais que solucionaram o caso do sequestro de uma mulher de 50 anos, amiga pessoal dele. “Eu sinto orgulho de termos a nossa Polícia Civil muito mais aparelhada, que conseguiu resolver em menos de 24 horas um sequestro realizado em Campo Grande. Amigos pessoais nossos, ficamos desesperados. Muito bem feita a investigação”.

Segundo o presidente da Casa de Leis, todo grupo da Polícia Civil merece aplausos. “A investigação mostrou a destreza, rapidez e demonstra que aqui bandido não faz carreira. Temos segurança pública do pequeno, médio e grande. Estamos em todos os cantos do Estado”.

Por fim, Corrêa disse que a segurança pública do Estado é de qualidade e age com inteligência e rapidez. “Bandido aqui não se cria. Nosso Estado tem oportunidade de emprego e renda”.

Conforme o deputado Herculano Borges (Solidariedade), a Polícia Civil do Estado é a que mais resolve crimes no país. “Dá resultados rápidos. Esses nossos policiais merecem essa valorização”.

Para Barbosinha (DEM), ex-secretário de segurança pública, MS é diferenciado devido à integração da polícia estadual com a federal. “A Polícia Civil é a que mais esclarece homicídios, a que mais prende. Temos todas as condições para ser um caos devido aos 1.500 quilômetros de fronteira, e se não somos, é efetivamente pelo trabalho da segurança pública”.

Sequestro

O caso de sequestro a que Paulo Corrêa se referiu é o que terminou na morte de João Vitor Rodrigues da Silva, na última segunda-feira (20), na rua Daniela Peres, no Residencial Betaville, em Campo Grande. 

Ele e o comparsa, Claudinei dos Santos Oliveira, sequestraram uma moradora de 50 anos, na noite de sábado (18), na região do bairro Vila Antônio Vendas.

Os criminosos viram a mulher em uma padaria e ela estava cheia de joias, o que chamou a atenção deles. A dupla resolveu segui-la até a sua casa. Ao chegarem na casa da vítima invadiram o local e, fazendo ameaças, levaram a mulher como refém. 

Jornal Midiamax