Política

Trutis diz que campanha não rendeu pistas, mas doações aumentaram recompensa

Ainda sem pistas sobre suposto mandante de atentado a faca que vitimou, na campanha de 2018, o presidente Jair Bolsonaro (PSL), o deputado federal Loester Trutis (PSL) informou que doações têm sido oferecidas para aumentar a recompensa prometida a quem ajudar a esclarecer o caso. O valor atual é de R$ 200 mil. “Pista a […]

Danúbia Burema Publicado em 13/09/2019, às 16h43 - Atualizado às 16h51

(Reprodução/ Facebook)
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Ainda sem pistas sobre suposto mandante de atentado a faca que vitimou, na campanha de 2018, o presidente Jair Bolsonaro (PSL), o deputado federal Loester Trutis (PSL) informou que doações têm sido oferecidas para aumentar a recompensa prometida a quem ajudar a esclarecer o caso. O valor atual é de R$ 200 mil.

“Pista a gente ainda não conseguiu, mas a gente está impressionado com o número de pessoas que querem ajudar”, informou Trutis, que diz ter recebido desde contatos de pais de família querendo doar cem reais a empresários do setor industrial oferecendo completar o valor até meio milhão.

Na avaliação do deputado, a repercussão mostra o apoio da população a Bolsonaro. “A gente está percebendo também o quanto o presidente é querido pela população. E o quanto declarações distorcidas de que a popularidade dele vem cada vez mais despencando são inverídicas. Então é uma das coisas que mesmo conversando, não achando o mandante que é o propósito principal do projeto, a gente fica feliz”, disse

Trutis informou ter recebido também pedido pela abertura de uma conta pública cujo saldo possa ser acompanhado pelos doadores, que querem elevar o montante a R$ 1 milhão. A campanha teve início com oferecimento de R$ 100 mil a quem oferecesse informações sobre suposto mandante do crime contra o presidente. Na sequência, doação de deputado federal elevou o valor a R$ 200 mil.

Em vídeo gravado com um de seus assessores, Trutis explica que o pagamento será feito após receberem informações que levem à prisão de quem teria orientado Adélio Bispo. A Justiça já o considerou, contudo, inimputável e que o crime não teve mandante.

Jornal Midiamax