Sindicato diz que gastos devem diminuir e Prefeitura poderá dar reajuste a servidores

O presidente do Sisem (Sindicatos dos Servidores Municipais), Marcos Tabosa, acredita que até o começo das negociações do reajuste salarial dos servidores, cuja data base é maio, a Prefeitura de Campo Grande estará abaixo do limite prudencial no gasto com pessoal e poderá conceder aumentos Nesta semana, em prestação de contas na Câmara de Vereadores, […]
| 01/03/2019
- 12:14
Sindicato diz que gastos devem diminuir e Prefeitura poderá dar reajuste a servidores
tabosa.jpg
durante protesto de servidores. (Foto: Arquivo/Midiamax)

O presidente do (Sindicatos dos Servidores Municipais), Marcos Tabosa, acredita que até o começo das negociações do dos servidores, cuja data base é maio, a Prefeitura de Campo Grande estará abaixo do limite prudencial no gasto com pessoal e poderá conceder aumentos

Nesta semana, em prestação de contas na Câmara de Vereadores, o secretário de Finanças, Pedro Pedrossian Neto, informou que o Executivo ultrapassou o limite prudencial, que é de R$ 51,30%, fechando em 53,13% no último quadrimestre de 2018. Isso impossibilitaria a Prefeitura de aumentar gastos com pessoal, vedando inclusive novas convocações de concursados.

Marcos Tabosa espera que nos próximos meses a Prefeitura volte a ficar abaixo do Prudencial, porque não haverá os gastos excepcionais como 13º e férias, como pontuou o próprio Pedrossian ao justificar ter ultrapassado o limite.

“Acredito que até o começo das negociações o limite prudencial cai. Eu acredito na competência do secretário de Finanças município, que é o Pedro Neto. Eu acredito também que o prefeito Marcos Trad tem um compromisso com os servidores desde a campanha dele”, afirmou Tabosa ao Jornal Midiamax na quinta-feira (28).

No entanto, o sindicalista alerta para possíveis consequências caso a situação fuja do planejado.

“Se ele [Marquinhos] ficar vendo que o servidor sempre pague a conta, vai ficar muito difícil para ele. O sindicato tem sempre o entendimento de que tudo dá para construir, depende do Executivo. Dá para ter aumento sim. O sindicato vai apresentar propostas e saídas”, concluiu Tabosa.

Veja também

Últimas notícias