Política

Ignorância ideológica, diz Dagoberto sobre crise no BNDES

Para o deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT), a saída do presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Joaquim Levy, e do diretor da área de mercado de capitais, o advogado sul-mato-grossense Marcos Barbosa Pinto, foi motivada por ignorância do presidente Jair Bolsonaro (PSL), a quem ele chamou de ‘raivoso’. Levy e Marcos […]

Danúbia Burema Publicado em 17/06/2019, às 17h24 - Atualizado em 18/06/2019, às 08h27

Projeto de lei é do deputado federal, Dagoberto Nogueira. (Arquivo/Câmara dos Deputados, Divulgação).
Projeto de lei é do deputado federal, Dagoberto Nogueira. (Arquivo/Câmara dos Deputados, Divulgação). - Projeto de lei é do deputado federal, Dagoberto Nogueira. (Arquivo/Câmara dos Deputados, Divulgação).

Para o deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT), a saída do presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Joaquim Levy, e do diretor da área de mercado de capitais, o advogado sul-mato-grossense Marcos Barbosa Pinto, foi motivada por ignorância do presidente Jair Bolsonaro (PSL), a quem ele chamou de ‘raivoso’.

Levy e Marcos pediram demissão após o presidente dar declarações públicas, no sábado (15), criticando a nomeação do advogado. “Eu já estou por aqui com o Levy. Falei pra ele demitir esse cara [Marcos] na segunda-feira ou eu demito você, sem passar pelo [ministro da Economia] Paulo Guedes”, afirmou na ocasião.

A causa do descontentamento é por Marcos ter ocupado cargo no BNDES na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Acho que ele [Bolsonaro] é tão raivoso com essa questão ideológica, que essa ignorância sobrepõe interesse do país”, afirmou Dagoberto ao Jornal Midiamax. Na avaliação do parlamentar, por conta dessa postura do presidente o País está indo de ‘pau a pique’.

No cenário nacional, a polêmica gerou críticas a Bolsonaro. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmou que o Brasil perdia com a saída de Levy e Marcos e classificou o episódio como uma ‘covardia sem precedentes’.

Jornal Midiamax