Política

‘Agora nada impede’, diz Marcio Fernandes sobre ser candidato a prefeito de Campo Grande pelo MDB

O MDB se articula para lançar um nome na corrida pela Prefeitura de Campo Grande nas eleições de 2020. O partido já tem reunião marcada na próxima sexta-feira (15), e a pauta é a sucessão de Marquinhos Trad (PSD). O ex-governador André Puccinelli, presidente da legenda até dezembro, estará presente. Além do próprio Puccinelli, outros nomes […]

Maisse Cunha Publicado em 13/03/2019, às 10h58 - Atualizado em 20/07/2020, às 01h05

Márcio Fernandes (MDB) é autor da proposta. (Luciana Nassar, ALMS)
Márcio Fernandes (MDB) é autor da proposta. (Luciana Nassar, ALMS) - Márcio Fernandes (MDB) é autor da proposta. (Luciana Nassar, ALMS)

O MDB se articula para lançar um nome na corrida pela Prefeitura de Campo Grande nas eleições de 2020. O partido já tem reunião marcada na próxima sexta-feira (15), e a pauta é a sucessão de Marquinhos Trad (PSD). O ex-governador André Puccinelli, presidente da legenda até dezembro, estará presente.

Além do próprio Puccinelli, outros nomes do MDB já são cogitados. O deputado estadual Marcio Fernandes, que chegou a ser pré-candidato em 2016, mas desistiu, se inclui na lista.

“Já era para eu ter sido [candidato] em 2016, mas quando o convite foi feito restava pouco tempo para a eleição e como ficaria difícil montar um bom plano de governo, achei melhor não disputar na ocasião”, lembra o parlamentar.

Faltando pouco mais de um ano e meio para o pleito, Marcio entende que é possível capilarizar seu nome nas prévias para corrida eleitoral. “Agora, nada impede”, acredita. Outro nome ventilado para a disputa é da senadora Simone Tebet.

Ela chegou a ser lançada pré-candidata ao governo estadual, em 2018, mas recuou às vésperas. “Me parece que a Simone não gostaria de ser candidata porque teria planos maiores”, indica.

Novatos

Com a experiência de apenas um pleito, outros nomes começam a surgir. Apontado pelo colega Neno Razuk (PTB) como um bom quadro, deputado Renan Contar (PSL) aposta em “nome quente” do partido de Jair Bolsonaro para 2020.

“Eu me sinto lisonjeado em ser apontado pelo deputado, mas o PSL ainda está discutindo essa questão no diretório, que é presidido pela senadora Soraya, e nos próximos meses devemos apresentar um nome quente para a população”, prometeu.

Ele não descarta apoio a candidato de outro partido, mas assegura que, independente de ser próprio ou não, o candidato deve ser “à altura do que Bolsonaro representa”.

Também detentor de seu primeiro mandato, Jamilson Name (PDT) afirma que reunião do partido, após o Carnaval, definiu intenção de ter candidato próprio na disputa pelo Paço Municipal.

Apesar do interesse do adversário de Reinaldo Azambuja (PSDB), em 2018, Odilon de Oliveira, Name assegura que pesquisas internas é que vão definir o candidato, o que deve acontecer “em breve”, segundo ele.

Criticando o atual mandatário da prefeitura, Name afirma “Além do meu nome, vamos colocar do deputado (federal) Dagoberto Nogueira (presidente estadual da legenda), do Juiz Odilon e do vereador Odilon Júnior”, afirmou Jamilson Name.

Aproximação da família Oliveira

Odilon de Oliveira (PDT), é tratado como “um reforço de muita expressão” para a continuidade de Marquinhos por mais quatro anos no Paço Municipal de Campo Grande.

De acordo com o líder do prefeito na Câmara, vereador Chiquinho Telles (PSD), existe uma conversação política muito forte sobre essa aproximação entre o PSD e a família Oliveira, inclusive com Odilon Junior trabalhando nesse sentido.

“O vereador Odilon Junior tem muita articulação em relação a isso. Tem muito desejo de vir para o partido também. A amizade que o Marquinhos tem com Odilon vem de muito tempo. Possivelmente é quase que certa essa aproximação política em 2020”, afirmou Chiquinho.

Jornal Midiamax