Política

Com escolta da PF nas aldeias, votação em Miranda segue até as 17h

A votação para as eleições suplementares no município de Miranda, distante 203 km de Campo Grande, segue até às 17h deste domingo (06). Nas zonas de aldeias indígenas, o processo conta com apoio da PF (Polícia Federal), com dois delegados e 10 agentes reforçando a segurança. Segundo informado pelo cartório eleitoral do município, os trabalhos […]

Danúbia Burema Publicado em 06/10/2019, às 11h45 - Atualizado às 11h50

Eleitores conferiram mandato tampão a prefeito interino. (Reprodução)
Eleitores conferiram mandato tampão a prefeito interino. (Reprodução) - Eleitores conferiram mandato tampão a prefeito interino. (Reprodução)

A votação para as eleições suplementares no município de Miranda, distante 203 km de Campo Grande, segue até às 17h deste domingo (06). Nas zonas de aldeias indígenas, o processo conta com apoio da PF (Polícia Federal), com dois delegados e 10 agentes reforçando a segurança.

Segundo informado pelo cartório eleitoral do município, os trabalhos seguem normalmente sem nenhum registro de infração. Havia previsão de instalar um telão para os eleitores acompanharem a apuração, mas não será possível em virtude da chuva.

Com 18,8 mil eleitores tendo que ir às urnas novamente, a Justiça Federal disponibilizou ônibus para transportar a população até as seções eleitorais. Eles seguem trajeto previamente definido em Diário Oficial, não sendo permitido transporte de eleitores particular neste domingo (6).

A apuração dos votos será feita no cartório eleitoral a partir das 17h. Em Miranda, eleitores podem acompanhar o resultado pela rádio local. Fora do município, a contagem dos votos é disponibilizada em tempo real pelo aplicativo disponibilizado pelo  TSE (Tribunal Superior Eleitoral) denominado Resultados – Justiça Eleitoral Brasileira.

Pelo app, assim que for contabilizada quantidade de votos irreversível pelos demais candidatos já será anunciado o vencedor. Três chapas disputam a prefeitura em mandato tampão que durará apenas um ano, afastamento da prefeita Marlene Bossay (MDB), cassada por compra de votos durante a campanha de 2016 com seu vice Adailton Rojo (PTB) e o filho, vereador Ivan Bossay (MDB).

Após decisão do TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) tirar uma das chapas concorrentes por filiação fora do prazo, seguem na disputa as que são encabeçadas pelo prefeito interino Edson Moraes (Patri), pelo vereador Giorgio Cordella (SD), conhecido como Jorginho Cordella, e pelo trabalhador rural Zé Lopes (PV).

Jornal Midiamax