Política

Duas horas de espera: Escola Joaquim Murtinho também tem mais seções do que urnas

Enquanto as filas são comuns nas zonas eleitorais de Campo Grande, campo-grandenses enfrentam demora fora do normal em alguns locais de votação. É o caso da escola estadual Joaquim Murtinho, localizada na avenida Afonso Pena. Na zona eleitoral, algumas urnas atendem duas ou até três seções. A escola Raul Sans de Matos também passou pelo […]

Mylena Rocha Publicado em 07/10/2018, às 12h46 - Atualizado às 12h47

Foto: Arquivo Midiamax/Joaquim Murtinho
Foto: Arquivo Midiamax/Joaquim Murtinho - Foto: Arquivo Midiamax/Joaquim Murtinho

Enquanto as filas são comuns nas zonas eleitorais de Campo Grande, campo-grandenses enfrentam demora fora do normal em alguns locais de votação. É o caso da escola estadual Joaquim Murtinho, localizada na avenida Afonso Pena. Na zona eleitoral, algumas urnas atendem duas ou até três seções. A escola Raul Sans de Matos também passou pelo problema.

A eleitora Maria Tereza Skrobt, de 43 anos, passou duas horas na fila. Ela afirma que a biometria deixa o processo eleitoral lento. Impacientes com as filas, os próprios eleitores calculam o tempo de votação na urna, de três a quatro minutos, e concluem que a demora só pode ser explicada pela falha na identificação das digitais.

A estudante Rafaela Mansano, de 24 anos, também aguardou mais de duas horas para votar e sugere que, além da demora na leitura da biometria, a longa lista de candidatos para votar faz com que o tempo de espera seja ainda maior. “Eu esperava que isso fosse mais organizado, deveriam prever que os idosos têm mais dificuldades para digitar os candidatos”, comenta.

Para a pedagoga Cristiane Vaz, de 40 anos, a fila surpreendeu. Ela vota no mesmo local há anos e diz que nunca presenciou uma fila de espera tão grande.

Jornal Midiamax