Política

Cotado como substituto de Simone, Mochi diz que só fala após reunião do partido

Deputado estadual pelo MDB e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Junior Mochi afirmou nesta terça-feira (14) que só vai conceder entrevistas após reunião da executiva, às 15h. Fontes ligadas à cúpula do partido no Parque dos Poderes dão como certa a escolha de Mochi à disputa. “Só teremos uma posição definida após […]

Evelin Cáceres Publicado em 14/08/2018, às 12h49 - Atualizado em 01/04/2019, às 12h52

(Foto: Marcos Ermínio)
(Foto: Marcos Ermínio) - (Foto: Marcos Ermínio)

Deputado estadual pelo MDB e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Junior Mochi afirmou nesta terça-feira (14) que só vai conceder entrevistas após reunião da executiva, às 15h.

Fontes ligadas à cúpula do partido no Parque dos Poderes dão como certa a escolha de Mochi à disputa. “Só teremos uma posição definida após a reunião”, sentenciou. O deputado é apontado pelos correligionários como o candidato da sigla para substituir a senadora Simone Tebet pela disputa ao governo do Estado. A parlamentar desistiu da candidatura no último domingo.

Pela manhã, Mochi compareceu à Assembleia Legislativa mas não presidiu a sessão, como o habitual. O deputado manteve reuniões com membros do partido e recebeu visitas para discutir o futuro político do MDB.

Após a sessão, o deputado Márcio Fernandes o apontou como o nome favorito entre os emedebistas. Para vice, a ex-secretária Tânia Garib. O procurador de Justiça Sérgio Harfouche, que era a opção de vice para Simone, ficaria com a segunda vaga ao Senado, já que na primeira concorre o atual senador Moka.

PSC

Membros do PSC estiveram reunidos até às 12h30 no escritório do presidente da sigla, Cláudio Cavol. Ao deixar a reunião, a secretária afirmou que uma coletiva será marcada às 14h para anunciar a decisão do partido.

Cavol havia dito em entrevista ao Jornal Midiamax que uma candidatura própria ao Governo implicaria em um investimento que talvez o PSC não tivesse. “Somos um partido pequeno e uma candidatura ao governo tem grandes custos em relação a uma ao Senado”.

Harfouche não atendeu as ligações da reportagem.

Jornal Midiamax