Política

Marquinhos fala em ‘balde e vassoura na mão’ e questiona reajuste dos médicos

Atender categoria impactaria folha em R$ 5 mi

Tatiana Marin Publicado em 27/06/2017, às 21h22

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Atender categoria impactaria folha em R$ 5 mi

O prefeito Marquinhos Trad (PSD) voltou a criticar os médicos por não terem aceitado a proposta de reajuste de 6% da Prefeitura e estarem em greve mesmo após a liminar proibindo a paralisação. “Por que conceder só aos médicos e deixar de conceder àqueles que estão com o balde e a vassoura na mão? Ou concede para todos ou para ninguém”, questiona.

De acordo com Marquinhos, “a prefeitura não tem como repor todas as perdas de 3 anos e meio. Não tem como dar o que os médicos estão pedindo”, defende. A categoria pleiteia reajuste de 27% sobre os salários. Para o prefeito, se for concedido o reajuste solicitado, não seria possível reajustar os ordenados das outras 23 categorias.

As declarações foram dadas durante a solenidade de assinatura da lei que incorpora os benefícios recebidos pelos agentes da Guarda Municipal ao salário, na tarde desta terça-feira (27). Ainda de acordo com Marquinhos, o reajuste que os médicos pedem causaria custo de R$ 5.000.000,00 a mais por mês na folha de pagamentos, ou R$ 60.000.000,00 ao ano e impactaria na LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal).

Marquinhos fala em ‘balde e vassoura na mão’ e questiona reajuste dos médicos

Jornal Midiamax