Política

Mesmo após polêmica, defesa alega que ainda faltam dados na Coffee Break

Advogados dizem que dois relatórios não estão nos autos

Jessica Benitez Publicado em 01/08/2016, às 22h25

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Advogados dizem que dois relatórios não estão nos autos

Responsável pela reviravolta nos prazos estipulados no processo da Coffee Break, a defesa do empresário João Amorim ingressou pedido de providências alegando que mesmo após decisão do desembargador Luiz Cláudio Bonassini ainda faltam mídias a serem anexadas nos autos.

“Nesse cenário, a partir de uma atenta leitura dos autos é possível identificar uma enorme quantidade de mídias que ainda não foram aqui mencionadas”, explicam os advogados do dono da Proteco Construções nos autos. Eles informam que ainda não tomaram conhecimento das 17 mídias que já se encontram armazenadas em cartório.

“Dessa forma, sem prejuízo do conteúdo armazenado nas 17 mídias que atualmente já se encontram à disposição dessa Defesa, requer digne-se Vossa Excelência determinar ao Ministério Público juntar todos os elementos de prova que compõem a prova produzida durante a investigação, incluindo eventuais mídias aqui não listadas”.

A defesa destaca que dois relatórios elaborados pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), mesmo não sendo mídias, deveriam estar nos autos. No último dia 22 foi dado novo prazo aos réus para apresentação de defesa prévia. Isso porque o conteúdo da investigação não estava disponível integramente aos advogados.

Pedido – Também foram juntados ao processo ofícios que serão entregues aos 24 denunciados pedindo que apresentem antecedentes criminais. A solicitação partiu de Bonassini, relator do caso. 

Jornal Midiamax