Política

Cunha diz estar ‘tranquilo’ e deve recorrer sobre decisão do STF

Informações são da assessoria do parlamentar

Norberto Liberator Publicado em 05/05/2016, às 13h20

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Informações são da assessoria do parlamentar

O presidente da Câmara afastado, deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) deve recorrer da decisão que suspende seu mandato e o afasta, por consequência, da presidência da Casa, de acordo com informações de sua assessoria. Ainda segundo a nota, Cunha teria dito que está “tranquilo” e que vai passar o dia em sua residência oficial, em reunião com aliados e advogados.

O parlamentar afastado foi notificado da decisão liminar de Teori Zavascki, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) no início da manhã desta quinta-feira (5). O pedido havia sido feito pela PGR (Procuradoria-Geral da República) em dezembro de 2015 e, segundo o procurador Rodrigo Janot, Cunha estaria atrapalhando as investigações da Operação Lava-Jato.

De acordo com as informações da assessoria de Cunha, ele decidiu recorrer da decisão de Zavascki e não deve se manifestar publicamente até o fim da sessão do STF às 14h desta quinta. Nela, os ministros discutirão sobre o afastamento do presidente afastado da Câmara.

Entre os aliados que já estiveram na casa de Cunha para se reunir esta manhã, estão o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), um dos principais aliados do presidente afastado, e o deputado Benjamin Maranhão (SD-PB). Em seguida, chegou o primeiro vice-secretário da Câmara, Beto Mansur (PRB-SP). Advogados também visitaram o parlamentar afastado.

(Sob supervisão de Evelin Araujo)

Jornal Midiamax