Para Esacheu não apenas o nome do candidato é importante, mas a apresentação de propostas que atendam a sociedade

A avaliação do presidente do diretório estadual do PMDB, Esacheu Nascimento, é que está muito cedo para discutir sobre as eleições de 2014, sobre um possível casamento do partido com o PT.

Nascimento ressaltou que não é contra coligações. “Não pode continuar como vem sendo feito em Mato Grosso do Sul. As candidaturas estão sendo consagradas antes do processo eleitoral”.

Para o presidente do PMDB em Mato Grosso do Sul, o trabalho do partido será voltado para candidatura própria, em 2012. “Tanto na capital, quanto no interior”.

De acordo com Nascimento a discussão sobre a eleição para o governo está fora do tempo. “O PMDB tem o princípio da fidelidade e trabalha para 2012”.

Nascimento destacou que o partido quer que o sucessor do governador André Puccinelli seja do PMDB. E, quanto as eleições municipais, o presidente deixou clara a necessidade da organização partidária e da preparação dos nomes. “Não credito que isso se defina antes do carnaval, mas a partir do mês de abril”.

Opções

Com relação aos possíveis nomes para disputarem o pleito de 2012, Nascimento informou que Simone Tebet é uma opção do partido, porém, seu nome também é cogitado para o governo de Mato Grosso do Sul.

Nascimento finalizou dizendo que mais, ou tão importante quanto o nome é o plano de trabalho. “O eleitor não pode ficar preso a um tipo de escolha. Se o cara é mais simpático não conduz a garantia de uma gestão de qualidade”.

Para o presidente é fundamental que o partido apresente propostas voltadas para saúde, cultura, assistência social, entre outras. “São setores que reclamam uma participação mais efetiva da gestão pública”.