Polícia / Trânsito

VÍDEO: Professora é atropelada na frente de colégio que há meses cobra sinalização

Escola já fez protesto para garantir sinalização no local

Renata Portela e Henrique Arakaki Publicado em 24/09/2021, às 13h39

Vítima foi atropelada pela motocicleta
Vítima foi atropelada pela motocicleta - (Reprodução, Instagram)

Na manhã desta sexta-feira (24), professora do Colégio Novo Século, na Avenida Bandeirantes, foi vítima de atropelamento quando tentava atravessar a via na frente da escola. Ela foi atingida por uma moto que passava em meio aos carros, que não conseguiu ver, e o colégio acabou divulgando denúncia nas redes sociais.

No vídeo, é possível ver que a educadora espera até que os carros parem e tenta atravessar, correndo. No entanto, acaba atingida por uma motocicleta que passa em meio aos carros, sem que conseguisse ver o veículo. Ela foi socorrida por uma equipe do Corpo de Bombeiros e encaminhada ao hospital, com ferimentos leves.

Segundo a diretora do colégio, Elisangela Hora, a reclamação por sinalização na frente do colégio é antiga. Em maio, eles fizeram um protesto cobrando lombada eletrônica ou redutor de velocidade, para que os alunos e também funcionários possam atravessar a rua. No entanto, tiveram uma negativa da Agetran (Agência Estadual de Trânsito).

Segundo a diretora, o colégio já procurou a Agetran algumas vezes, mas a resposta é de que por conta das obras na Bandeirantes não podem colocar um limitador de velocidade. “É um absurdo, porque colocaram placa de 50km/h na via, que deveria ser obedecido, mas não é. Os carros passam a 80, 90km/h, parece um autódromo”, disse.

Para a diretora, o ideal seria uma lombada/passarela, com faixa de pedestre ou mesmo uma lombada eletrônica. Em maio, após o protesto, foi alegado que seria colocada placa para redução da velocidade a 30km/h e também uma placa alertando sobre a escola. Mesmo assim, isso ainda não foi providenciado.

Ainda segundo Elisangela, ela vai nesta tarde procurar novamente a Agetran. “Temos muita reclamação de pais, tem pessoas que vêm a pé para o colégio e é muito perigoso para as crianças”, contou.  

Jornal Midiamax