O principal suspeito do latrocínio do de São José do Rio Preto (SP) José Roberto Lopes Ruela, de 68 anos, encontrado morto no domingo (19), foi preso na noite desta sexta-feira (24) em Dourados, cidade a 225 quilômetros da Capital. Ele estava com a caminhonete da vítima, uma Triton L200 e confessou ter matado o médico a marteladas.

O suspeito foi preso após se envolver em um acidente na Avenida Marcelino Pires e colidir contra um motociclista. Ele fugiu do local sem prestar socorro. A vítima foi levada ao Hospital da Vida pelo Corpo de Bombeiros. As informações são do site local Dourados Informa.

Minutos depois, ele foi abordado pela Polícia Militar na Avenida Presidente Fargas e constatou-se que o veículo era roubado. O suspeito confessou ter matado o médico a marteladas e roubado a caminhonete. Além disso, relatou ter transferido R$ 5 mil da vítima para sua própria conta, sacado R$ 4 mil e comprado um celular.

Ele afirmou que foi abordado pelo médico há cerca de duas semanas, enquanto caminhada por uma de São José do Rio Preto. José Roberto teria oferecido emprego para ele na chácara, onde passava as férias.

“Ele falou que tinha um serviço para mim e perguntou se eu não queria ganhar um e depois podia ir embora. Eu aceitei e fiquei duas semanas lá, fazendo limpeza”, relatou o suspeito ao jornal local.

Quando foi a um supermercado com a vítima, no sábado (18), ele disse ter memorizado a senha do cartão. Em seguida, foi até um bar, ingeriu bebidas alcoólicas e voltou para a chácara do médico. O suspeito disse que, ao chegar no imóvel, o médico teria passado a mão em seu órgão genital, motivo pelo qual ele teria agredido a vítima com um soco, inicialmente. “Ele caiu, eu achei que estava morrendo e pensei ‘vou acabar de matar’”, afirmou.

José Roberto foi morto com três golpes de martelo na cabeça e o corpo encontrado na quinta-feira (23) por um sobrinho, que desconfiou do sumiço do tio. Logo após o crime, o suspeito disse que saiu na quarta-feira (22) do interior de , com destino a Dourados.

Apesar de ser natural da Paraíba, o suspeito afirmou que escolheu a cidade de MS porque já tinha trabalhado no município.

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