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Polícia

Mais um: casa de reza indígena é destruída pelo fogo em Rio Brilhante

Só em agosto, outras 10 casas de indígenas Guarani e Kaiowá foram incendiadas em MS
Marcos Morandi, Lívia Bezerra -

Indígenas denunciam mais um incêndio registrado em casa de rezadores em comunidades de Mato Grosso do Sul. Desta vez, a casa que pertence à comunidade Tekoha Taajasu, localizada em , a 164 quilômetros de , foi destruída pelo fogo nesta sexta-feira (10).

A Geral do povo Kaiowá e Guarani Aty Guasu denunciou nas redes sociais que os incêndios constantes nas residências são casos de intolerância religiosa.

“Mais uma casa de reza foi queimada hoje. Pela perseguição da intolerância religiosa, nossos saberes tradicionais. Além de violação de direitos humanos que passamos dia a dia, nossos rezadores também são perseguidos”, escreveu. 

Segundo informações da coordenadora da (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) de Dourados, Teodora de Souza Guarani, a entidade foi comunicada do fato. “O Corpo de foi acionado, mas, o fogo foi muito rápido, consumiu a casa de reza”, explicou Teodora à reportagem do Jornal Midiamax.

Ao ser questionada se há alguma suspeita de como o incêndio tenha sido provocado, ela não se manifestou.

https://www.youtube.com/watch?v=PTiMd8Dkcy0

Incêndios em casas de comunidades indígenas começaram em agosto

Em agosto, houve o primeiro ataque em áreas pertencentes a comunidades indígenas, de acordo com o Cimi (Conselho Indigenista Missionário). O Jornal Midiamax divulgou que 10 casas de indígenas Guarani e Kaiowá foram incendidas em MS.

Entre a noite de 14 de agosto e a madrugada do dia 15, a comunidade indígena Retomada Avaete, em Dourados, foi atacada com destruições e tiros, conforme denúncia dos moradores. Já no dia 16, mais quatro casas da mesma comunidade, em Dourados, foram incendiadas por seguranças privados.

Uma moradora da retomada Avae’te acionou a equipe da reportagem e fez novas denúncias em relação à presença de seguranças privados na área. “Estamos vivendo noites de medo com ameaças. Estão dizendo que vão entrar com o ‘caveirão’ (carro blindado) e derrubar nossos barracos”, contou ela, que mora na comunidade com três crianças pequenas.

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