A Adepol (Associação dos Delegados de Polícia de Mato Grosso do Sul) emitiu nota de elogio aos delegados e policiais civis que atuaram na força-tarefa para investigar o assassinato de Matheus Coutinho que resultou na condenação dos réus após três dias de julgamento em Campo Grande.

A associação ainda declarou o trabalho das equipes como corajoso e altamente especializado, além de ser relevante elemento a influenciar na decisão de julgamento. “O resultado apresentado à Justiça conteve veementes provas indiciárias, testemunhais e técnicas, coletadas mediante um trabalho de investigação policial firme, coeso, corajoso e altamente especializado, e foi essencial para o posterior bom desenvolvimento da ação penal. Demonstra de forma cabal à toda comunidade jurídica e acadêmica brasileira que o inquérito policial não se trata de uma mera peça informativa dispensável, mas sim de um relevante compêndio de elementos de convicção a influenciar decisivamente no julgamento dos jurados, em crimes dolosos contra a vida e dos magistrados, nos demais crimes“, diz.

A Adepol aproveitou ainda para elogiar a atuação do corpo que compõe o Tribunal do Júri, magistrado, promotores de Justiça, advogados e dos jurados. “Atuaram de forma respeitosa, ética e reta, não obstante os momentos acalorados inerentes a todo e qualquer julgamento de grande comoção pública perante Tribunal do Júri. Um julgamento histórico que eleva o bom nome do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul”, encerrou.

Maior da História

Após três dias, sendo o último com mais de 12 horas de trabalho, foram julgados e condenados Jamil Name Filho, Marcelo Rios e Vladenilson Olmedo pelo assassinato do estudante de Direito Matheus Coutinho, cujo pai, Paulo Xavier, era o alvo do grupo criminoso.