O ataque a um salão de festas em Ponta Porã, a 346 quilômetros de Campo Grande, na noite desta terça-feira que resultou em quatro mortes, segue sem evidências do que poderia ter motivado os crimes. Entretanto a chacina mobilizou também os agentes da Força Nacional do Paraguai.

Desde as primeiras informações sobre o ataque ocorrido no lado brasileiro, além das ações da Polícia Militar e Polícia Civil, com o apoio da Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes da Fronteira), agentes da Polícia Nacional acompanham o caso.

Segundo informações veiculadas na FM Urendey, o comissário, Alcides Cantero, da Polícia Nacional pediu relatórios sobre o ataque com o objetivo de mobilizar os agentes. Com a ajuda da Força Nacional, foi localizada a caminhonete usada pelos pistoleiros.

“Estamos acompanhando bem de perto mais essa chacina. O que aconteceu do lado brasileiro é muito grave e vamos mobilizar nossas forças policiais para ajudar na localização desses criminosos”, explicou o comissário da Força Nacional.

Roupas camufladas

Testemunhas da chacina que acabou na morte de quatro pessoas em um salão de festas em Ponta Porã, a 346 quilômetros de Campo Grande, na noite dessa terça-feira (5), afirmaram que os pistoleiros usavam roupas camufladas das forças armadas do Paraguai.

Foram assassinados: Geovani Souza da Silva, de 29 anos, Josimar Cáceres de Oliveira, de 31 anos, Venâncio Cabreira, de 39 anos, e Luis Vareiro, de 27 anos, conhecido como ‘Chorão’. Todos estavam em uma festa de aniversário, quando os três pistoleiros chegaram em uma camionete Amarok, de cor branca.