Polícia

PM preso bêbado após bater em carros confessou ter bebido 2 taças de vinho

O militar preso nesta segunda-feira (18) após ser flagrado dirigindo embriagado no Residencial Rita Vieira, em Campo Grande confessou durante seu depoimento ter ingerido duas taças de vinho em um churrasco que participava na casa de seu irmão. Ele passa por audiência de custódia, nesta terça-feira (19). Segundo o depoimento do soldado, ele estava na […]

Thatiana Melo Publicado em 19/01/2021, às 08h06 - Atualizado às 11h34

Caso foi encaminhado ao Cepol (Foto: Leonardo França)
Caso foi encaminhado ao Cepol (Foto: Leonardo França) - Caso foi encaminhado ao Cepol (Foto: Leonardo França)

O militar preso nesta segunda-feira (18) após ser flagrado dirigindo embriagado no Residencial Rita Vieira, em Campo Grande confessou durante seu depoimento ter ingerido duas taças de vinho em um churrasco que participava na casa de seu irmão. Ele passa por audiência de custódia, nesta terça-feira (19).

Segundo o depoimento do soldado, ele estava na noite de segunda (18) em um churrasco na casa do irmão e teria tomado duas taças de vinho. Em seguida teria saído com seu carro para comprar cigarros, sendo parado por uma viatura policial. Os agentes teriam dito a ele que seria o responsável pela batida em vários carros estacionados na via.

O autor negou que teria batido nos carros estacionados e inicialmente teria se recusado a fazer o teste do bafômetro, mas depois resolveu fazer dando como resultado 0,93 mg/l. Ele recebeu voz de prisão e foi levado para a delegacia.

Abuso grávida

O Policial Militar reponde a um processo por crimes sexuais. Em 2019, o militar tentou abusar de uma grávida de 19 anos, durante uma viagem em um ônibus até a cidade de Nioaque.

A jovem que estava grávida de 9 meses estava no ônibus sendo que o militar, que estava fardado se sentou o seu lado e passou a puxar conversa com ela sobre a sua gravidez. Durante o trajeto, o policial teria oferecido massagem nas costas da vítima que negou.

Em seguida, o militar passou a ter um comportamento de cunho sexual passando as mãos na perna da vítima, que se esquivou colocando uma bolsa no meio das pernas, mas o policial continuou a passar as mãos no corpo da grávida. O militar ainda teria tirado para fora das calças o órgão genital colocando a mão da vítima em cima, que a retirou imediatamente. Na tentativa de ameaçar e intimidar a jovem, o militar ainda teria passado a manusear sua arma de fogo dentro do ônibus.

Para fugir, a grávida fingiu passar mal e pediu para que o motorista do ônibus parasse. Quando o motorista parou pediu que ajudassem a socorrer a jovem, e foi neste momento que o militar fugiu do local. Chorando muito, a grávida foi levada até a delegacia onde relatou o ocorrido.

Jornal Midiamax