Polícia

Com ação em MS, operação internacional apreende 72 armas e 18 mil munições

A Operação Trigger, desencadeada entre os dias 22 e 26 de março, pela Divisão de Cooperação da Interpol, terminou com a apreensão de 72 armas de fogo e 18 mil munições. O Exército Brasileiro, por meio do Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 9ª Região Militar participou do trabalho que teve ações em Mato […]

Renan Nucci Publicado em 29/03/2021, às 16h37

Militar do Exército durante fiscalização de produto. Foto: Divulgação
Militar do Exército durante fiscalização de produto. Foto: Divulgação - Militar do Exército durante fiscalização de produto. Foto: Divulgação

A Operação Trigger, desencadeada entre os dias 22 e 26 de março, pela Divisão de Cooperação da Interpol, terminou com a apreensão de 72 armas de fogo e 18 mil munições. O Exército Brasileiro, por meio do Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 9ª Região Militar participou do trabalho que teve ações em Mato Grosso do Sul. O objetivo era combater o tráfico e comércio ilegal de armamentos.

Com o envolvimento na operação, o Brasil contribui no esforço internacional junto com Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela. Durante as ações, foram verificadas as documentações, condições de segurança, armazenamento, comercialização e o transporte, com base nas normas em vigor. 

No âmbito da 9ª Região Militar, as fiscalizações foram realizadas, em ambiente interagências, em lojas de armas, munições e insumos, bem como entidades de prática de tiro desportivo e caça nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no município de Aragarças (GO).

Além das apreensões, foram realizadas ainda 9 autuações junto aos administrados. “A realização da operação faz parte de uma ação conjunta do Exército Brasileiro e a Interpol, para tornar cada vez mais eficiente a fiscalização de empresas e pessoas físicas que exercem atividades com produtos controlados, reduzindo a possibilidade de cometimento de ilícitos com esses materiais”, diz nota do Exército.

Jornal Midiamax