Polícia

Polícia faz reconstituição de morte de jovem que teve cabeça esmagada por roda de caminhão

A Polícia Civil, através da Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) fez nesta manhã de sexta-feira (17) a reconstituição da morte de Caroline de Lima Verlardo de 20 anos, que morreu em outubro de 2019, depois de cair de um caminhão no Indubrasil, em Campo Grande. Durante a reconstituição foi provado que Caroline se […]

Thatiana Melo Publicado em 17/07/2020, às 12h01

Foi comprovado que Caroline se jogou do caminhão (Henrique Arakaki, Midiamax)
Foi comprovado que Caroline se jogou do caminhão (Henrique Arakaki, Midiamax) - Foi comprovado que Caroline se jogou do caminhão (Henrique Arakaki, Midiamax)

A Polícia Civil, através da Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) fez nesta manhã de sexta-feira (17) a reconstituição da morte de Caroline de Lima Verlardo de 20 anos, que morreu em outubro de 2019, depois de cair de um caminhão no Indubrasil, em Campo Grande.

Durante a reconstituição foi provado que Caroline se jogou do caminhão não tendo sido empurrada pelo namorado de 35 anos, que responde pelo crime de omissão de socorro e homicídio culposo em liberdade.

No dia do acidente, o caminhoneiro estava em um posto de combustível parado e Caroline dentro da cabine com ele. Os dois conversavam e a jovem tentava convencer o companheiro a ir com ela para sua casa e passarem a noite juntos, mas o homem teria dito que não iria momento em que ligou o caminhão e saiu do posto.

No meio do trajeto, Caroline se jogou do caminhão caindo com os pés no chão e depois sendo arrastada pelas rodas do veículo, que passaram pelo tórax, cabeça e pernas. Segundo a delegada Fernanda Félix, se Caroline tivesse sido empurrado pelo homem as rodas do caminhão teriam passado primeiro pelas pernas e não pelo tórax e cabeça. O caminhoneiro responde por omissão de socorro já que teria fugido do local.

Jornal Midiamax