Polícia

Criminosos que mataram servente de pedreiro estariam em carro branco, dizem testemunhas

Gabryel de Oliveira da Silva, de 23 anos, foi morto ao sair de uma conveniência no Jardim Campo Nobre, na noite de quinta-feira (24). Testemunhas relataram que os autores do crime estariam em um carro branco e voltaram ao local para conferirem se tinham mesmo matado a vítima. Mulher de 43 anos, moradora da casa […]

Renata Portela Publicado em 25/12/2020, às 09h35 - Atualizado em 26/12/2020, às 07h44

Local onde Gabryel foi assassinado (Foto: Henrique Arakaki, Midiamax)
Local onde Gabryel foi assassinado (Foto: Henrique Arakaki, Midiamax) - Local onde Gabryel foi assassinado (Foto: Henrique Arakaki, Midiamax)

Gabryel de Oliveira da Silva, de 23 anos, foi morto ao sair de uma conveniência no Jardim Campo Nobre, na noite de quinta-feira (24). Testemunhas relataram que os autores do crime estariam em um carro branco e voltaram ao local para conferirem se tinham mesmo matado a vítima.

Mulher de 43 anos, moradora da casa em que Gabryel foi assassinado na frente, relatou que trabalhava no supermercado quando soube do homicídio. No momento ela lembra que ficou bastante nervosa, pensando que poderia ser o filho, mas logo ele telefonou para ela e disse que um desconhecido tinha sido morto a tiros na frente da residência.

A casa fica perto da conveniência, de onde o servente de pedreiro teria saído antes de ser morto. Ele levava uma sacola com garrafas quando passou na frente da casa da moradora e foi surpreendido por ocupantes de um carro. Vizinhos contaram que o veículo usado pelos criminosos seria de cor branca, mas não souberam dar outros detalhes.

A polícia foi ao local e, quando a moradora saiu do serviço, encontrou os policiais já na casa dela recolhendo os cartuchos que caíram do lado de dentro. Na hora do crime, o filho e o namorado da mulher estavam na residência, mas não chegaram a ver o assassinato. Na conveniência há câmeras de segurança, mas não registraram o crime.

Também segundo moradores na região, momentos após o crime, os ocupantes do carro branco teriam voltado. Com medo, as testemunhas correram para dentro de casa e ouviram um dos suspeitos dizer “Já morreu, já morreu”. Gabryel foi atingido por 4 disparos na cabeça e pelo menos outros 6 pelo corpo.

O caso é investigado como homicídio qualificado por recurso que dificultou a defesa da vítima.

Jornal Midiamax