Polícia

Colegas se solidarizam e prestam homenagens a policiais civis da Derf mortos em serviço

Desde o fim da tarde de terça-feira (9), após a morte dos policiais civis Antônio Marcos Roque da Silva e Jorge Silva dos Santos, assassinados em serviço, vários agentes, civis, militares, prestaram homenagens nas redes sociais. Os perfis do Instagram das instituições e também os perfis pessoais dos servidores foram tomados pela imagem do brasão […]

Renata Portela Publicado em 10/06/2020, às 07h45 - Atualizado às 14h32

Agentes e delegacias prestaram homenagens aos policiais (Reprodução/Instagram)
Agentes e delegacias prestaram homenagens aos policiais (Reprodução/Instagram) - Agentes e delegacias prestaram homenagens aos policiais (Reprodução/Instagram)

Desde o fim da tarde de terça-feira (9), após a morte dos policiais civis Antônio Marcos Roque da Silva e Jorge Silva dos Santos, assassinados em serviço, vários agentes, civis, militares, prestaram homenagens nas redes sociais. Os perfis do Instagram das instituições e também os perfis pessoais dos servidores foram tomados pela imagem do brasão da Polícia Civil em luto.

Ainda na manhã desta quarta-feira (10), policiais civis, militares, bombeiros, peritos, polícias de outros estados seguem publicando a mensagem de luto, em solidariedade aos amigos, colegas e familiares dos oficiais. Lotados na Derf, os policiais estavam na corporação há mais de 10 anos. Antônio Marcos havia ingressado em 2002 e Jorge, o ‘Jorginho’, em 2006.

Colegas se solidarizam e prestam homenagens a policiais civis da Derf mortos em serviço
Policiais Jorge Silva dos Santos e Antônio Marcos Roque da Silva

Entenda o caso

Em entrevista nesta terça (9), o delegado-geral da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, Marcelo Vargas, falou que os policiais estavam investigando crimes de roubos e furtos de celulares e, durante o transporte dos suspeitos, foram baleados na nuca. Antônio Marcos e Jorge não resistiram aos ferimentos e morreram.

A princípio, o autor identificado como Ozéias Silveira de Morais, de 44 anos, morto nesta madrugada (10) em confronto com a polícia, não estava algemado pois era levado como testemunha. Ainda há a informação de que ele portava uma arma, com a qual atirou nos policiais civis.

Willian Duarte Cormelato e Ozéias fugiram, cometeram um assalto e fizeram uma motorista refém. Com o carro dela, seguiram até a região do Nhanhá, onde então desceram e pegaram um táxi. Willian foi preso momentos depois e levado ao Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros).

Já durante a madrugada, Ozéias foi localizado na casa de um conhecido, no Jardim Santa Emília. Os policiais civis fizeram abordagem, mas ele reagiu efetuando disparos. Os policiais então revidaram e o suspeito foi atingido. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu.

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