Polícia

Cliente dá tapa em funcionário de lanchonete, diz que sogro é influente e vai parar na delegacia

Foi parar na delegacia de polícia de Campo Grande durante a madrugada desta segunda-feira (9), um homem de 27 anos que armou uma confusão em uma lanchonete na Avenida Afonso Pena. Ele desferiu um tapa no rosto de um funcionário do local, além de perturbar outras pessoas que esperavam na fila. A confusão ainda começou […]

Thatiana Melo Publicado em 09/11/2020, às 05h55 - Atualizado às 13h10

Confusão aconteceu em lanchonete na Afonso Pena (Foto: Google Street View)
Confusão aconteceu em lanchonete na Afonso Pena (Foto: Google Street View) - Confusão aconteceu em lanchonete na Afonso Pena (Foto: Google Street View)

Foi parar na delegacia de polícia de Campo Grande durante a madrugada desta segunda-feira (9), um homem de 27 anos que armou uma confusão em uma lanchonete na Avenida Afonso Pena. Ele desferiu um tapa no rosto de um funcionário do local, além de perturbar outras pessoas que esperavam na fila.

A confusão ainda começou na noite de domingo (8), por volta da 23h30 quando o homem agrediu o funcionário do local com um tapa no rosto. O segurança do estabelecimento acionou os guardas municipais, que ao chegarem ao local foram desacatados pelo autor, que aos berros disse que os agentes não eram policiais e não poderiam fazer nada contra ele.

Na tentativa de que parasse a discussão, os guardas solicitaram os documentos do homem que se negou a fornecer e ainda teria dito que estava prestando concurso para a polícia civil e que seu sogro era influente e que não deixaria ele responder a qualquer processo. Uma testemunha que estava na lanchonete disse ter gravado o tapa que o autor desferiu no rosto do funcionário e que ele já estava perturbando a algum tempo. Ele foi levado para a delegacia.

Já na delegacia, o homem ainda disse ao policial que estava recebendo a ocorrência que ele seria seu chefe e que o policial iria ter de obedecê-lo. Ainda descontrolado, o autor afirmou ser lutador de jiu-jitsu e que poderia colocar o guarda municipal para ‘dormir’ ou ensinar ele.

Jornal Midiamax