Polícia

Arma usada para matar ‘Karolzinha’ ainda não foi encontrada

A arma usada para matar com quatro tiros Caroline Leandro Solto, a ‘Karolzinha’, no dia 31 de agosto, em frente a um campinho de futebol, no bairro Aero Rancho ainda não foi encontrada. Nayara Francine Nóbrega de 22 anos acusada do crime se entregou a polícia no dia 3 de setembro. De acordo com o […]

Thatiana Melo Publicado em 10/09/2020, às 11h56

(Henrique Arakaki, Midiamax)
(Henrique Arakaki, Midiamax) - (Henrique Arakaki, Midiamax)

A arma usada para matar com quatro tiros Caroline Leandro Solto, a ‘Karolzinha’, no dia 31 de agosto, em frente a um campinho de futebol, no bairro Aero Rancho ainda não foi encontrada. Nayara Francine Nóbrega de 22 anos acusada do crime se entregou a polícia no dia 3 de setembro.

De acordo com o delegado Gustavo Bueno, da 5º Delegacia de Polícia Civil, a arma ainda não foi localizada e as buscas continuam. Nayara confessou o crime se entregando acompanhada de seu advogado. Ela foi ouvida e liberada o que causou revolta nos familiares de ‘Karolzinha’.

Em depoimento, Nayara disse que estava sendo ameaçada por Carolina. As duas teriam uma desavença antiga depois de ‘Karolzinha’ ter pegado ‘as dores’ de uma amiga. Um dia antes do crime, vítima e autora brigaram em uma festa acirrando mais ainda a desavença entre as duas. Nayara foi indiciada por homicídio por motivo fútil e emboscada. Ela passou por exames de corpo de delito no mesmo dia, 3 de setembro.

No dia em que Nayara se apresentou na delegacia, familiares de ‘Karolzinha’ foram até a porta de delegacia para protestar. Márcia de Souza Leandro de 41 anos, mãe de Carolina disse revoltada na porta da delegacia, que Nayara Francine acusada do crime “sai livre e rindo”.

A mãe de Karolzinha contou que estava a base de remédios para ter forças e lutar por justiça para sua filha, que segundo ela foi morta por motivo fútil. “Ela (Nayara) se entregou, matou por motivo fútil, não entrega a arma e sai livre, rindo”, disse Márcia revoltada.

Jornal Midiamax