Polícia

Além de vilipêndio, pedreiro estuprou Carla antes de matá-la, diz denúncia

O MPMS (Ministério Público Estadual) em aditamento denunciou Marcos André Vilhalba pelo crime de estupro contra Carla Santana Magalhães, que foi sequestrada e assassinada por ele, no bairro Tiradentes em Campo Grande, em junho deste ano. A inclusão do crime de estupro foi pedida na última quinta-feira (30). No despacho da MP, consta que no […]

Thatiana Melo Publicado em 03/11/2020, às 09h30 - Atualizado às 14h37

(Arquivo)
(Arquivo) - (Arquivo)

O MPMS (Ministério Público Estadual) em aditamento denunciou Marcos André Vilhalba pelo crime de estupro contra Carla Santana Magalhães, que foi sequestrada e assassinada por ele, no bairro Tiradentes em Campo Grande, em junho deste ano. A inclusão do crime de estupro foi pedida na última quinta-feira (30).

No despacho da MP, consta que no dia 27 de outubro Marcos André em audiência teria confessado o crime de estupro mantendo conjunção carnal com a vítima, sob violência. Na peça, é pedido o aditamento para a inclusão do crime de estupro mantendo as outras denúncias contra o pedreiro por vilipêndio de cadáver, feminicidio e ocultação de cadáver.

Marcos foi preso por equipes do Batalhão de Choque que intensificaram as diligências na região, onde o suspeito morava após receber a informação de que o vizinho de Carla seria o seu assassino, sendo que na noite do dia 13 de julho por volta das 22 horas, Marcos acabou preso. Ele teve a prisão decretada pela Justiça. Na casa foi encontrado pelos policiais, um lençol sujo de sangue ao lado de um fogão e uma máscara suja de sangue.

Carla estava desaparecida desde o dia 30 de junho, quando saiu para ir a um mercado na companhia de uma amiga.  No dia do sequestro ela teria gritado por socorro antes de ser levada. A mãe da jovem estava assistindo televisão quando ouviu os gritos e ao sair, Carla já tinha sido levada.

A polícia investigava o sequestro e imagens de câmeras de segurança que ficavam em uma padaria já tinham sido analisadas, mas como as imagens estavam prejudicadas não tinha como ver se realmente um carro havia levado a jovem. Áudios captados das imagens do dia do sequestro teriam apontado que possivelmente duas pessoas teriam levado a jovem, mas já está hipótese já teria sido descartada pela polícia como o suposto carro usado. O corpo de Carla foi deixado em frente a uma conveniência, sem roupas, e com perfurações de faca no pescoço, no dia 3 de julho.

Jornal Midiamax