Polícia

Acusado de homicídio alega legítima defesa para revogar prisão, mas pedido é negado

O juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, negou pedido de revogação da prisão preventiva de Paulo Sérgio Pereira de Barros, de 30 anos, acusado do assassinato de Jhonny Willian Luciano, ocorrido no dia 7 de novembro, no Parque Lageado. A defesa ingressou com recurso alegando legítima […]

Renan Nucci Publicado em 16/12/2020, às 15h46 - Atualizado às 15h48

(Foto: Ilustração, Internet)
(Foto: Ilustração, Internet) - (Foto: Ilustração, Internet)

O juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, negou pedido de revogação da prisão preventiva de Paulo Sérgio Pereira de Barros, de 30 anos, acusado do assassinato de Jhonny Willian Luciano, ocorrido no dia 7 de novembro, no Parque Lageado.

A defesa ingressou com recurso alegando legítima defesa. Informações são de que na data dos fatos, o réu foi ao encontro da vítima questioná-la a respeito de supostas ameaças. Ele queria saber porque estava sendo ameaçado pela vítima, oportunidade em que supostamente levou um soco.

Em revide, avançou contra Willian que, conforme alegado pela defesa, estava com uma faca na mão. Durante a luta corporal, Sérgio pegou a faca que caiu no chão e golpeou a vítima, que acabou não resistindo. A alegação é de que cometeu o esfaqueamento para preservar a própria vida.

Porém, o magistrado entendeu que havia indícios de autoria e motivação e que o réu já tinha histórico de outros atos de violência, como violência doméstica. Neste sentido, indeferiu o pedido, considerando a necessidade de manutenção da ordem e boa instrução do processo, uma vez que Sério fugiu e só foi preso porque a polícia o localizou.

Jornal Midiamax