Polícia

Líder do Clã Rotela nega disputa com PCC e tem julgamento adiado

Foi adiado o julgamento de Armando Rotela, conhecido como ‘Rei do Crack’ e líder do grupo Clã Rotela, nesta quinta-feira (27) em Pedro Juan Caballerom na fronteira com Ponta Porã – a 346 quilômetros de Campo Grande.   Rotela teria dito não ter disputa com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) pelo domínio […]

Thatiana Melo Publicado em 28/06/2019, às 07h32 - Atualizado às 09h04

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Foi adiado o julgamento de Armando Rotela, conhecido como ‘Rei do Crack’ e líder do grupo Clã Rotela, nesta quinta-feira (27) em Pedro Juan Caballerom na fronteira com Ponta Porã – a 346 quilômetros de Campo Grande.

Rotela teria dito não ter disputa com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) pelo domínio do tráfico na região de fronteira. Ainda segundo o ‘Rei do Crack’, ele não teria envolvimento com o motim que aconteceu no dia 16, na penitenciária do estado de San Pedro.

O motim teria sido arquitetado por Armando depois de membros do seu clã terem sido executados por membros do PCC. E decapitação e morte dos detentos seria vingança do ‘Rei do Crack’, que negou tudo nesta quinta (27).

Armando Rotela está preso desde 2011 acusado de comercializar drogas próximo a escolas, bares e clubes da cidade. Em 2012, ele teria comandado um ataque aéreo a policiais de dentro da prisão, segundo o site ABC Color.

Nesta quinta-feira (27), o governo paraguaio fechou o presídio que abrigava 1.650 internos, onde aconteceu o motim, que terminou na morte de 10 detentos.

O diretor da penitenciária, Quintin Gonzales reconheceu a precariedade da segurança do local, mas assegurou que apesar de poucos agentes a situação é controlada no presídio. Em um pavilhão da penitenciária estão encarcerados cerca de 150 membros do PCC.

Jornal Midiamax