Polícia

Homem morre em hospital após sofrer suposto infarto no trabalho

Um homem identificado como Claudemir Ferreira Gouveia morreu na tarde da última segunda-feira (16), em Aquidauana, após supostamente sofrer um infarto. Ele trabalhava como técnico de informática do frigorífico Buriti, em Aquidauana, a 143 km da Capital. De acordo com o site O Pantaneiro, o Corpo de Bombeiros de Aquidauana foi acionado por volta das […]

Guilherme Cavalcante Publicado em 17/12/2019, às 08h02 - Atualizado às 10h44

Claudemir chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital | Foto: Reprodução | Redes Sociais
Claudemir chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital | Foto: Reprodução | Redes Sociais - Claudemir chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital | Foto: Reprodução | Redes Sociais

Um homem identificado como Claudemir Ferreira Gouveia morreu na tarde da última segunda-feira (16), em Aquidauana, após supostamente sofrer um infarto. Ele trabalhava como técnico de informática do frigorífico Buriti, em Aquidauana, a 143 km da Capital.

De acordo com o site O Pantaneiro, o Corpo de Bombeiros de Aquidauana foi acionado por volta das 13h10 para atender a ocorrência. Ao ser socorrido, Claudemir já apresentava coloração arroxeada, o que poderia indicar um eventual infarto.

A vítima chegou a ser socorrida e encaminhada ao Pronto Socorro, mas as tentativas de reanimação não foram bem sucedidas e o óbito foi declarado. Claudemir trabalhava na unidade, que foi um dos alvos da Operação Vostok, desde 2004. As causa da morte deverão ser apuradas.

Buriti

A Buriti Comércio de Carnes, local de trabalho de Claudemir, foi citada em delação premiada que revelou esquema de emissão de notas frias envolvendo empresas, pecuaristas e até o secretário de Fazenda de Mato Grosso do Sul sustentou o pagamento de propinas pela J&F, controladora da empresa JBS, a três governadores de Mato Grosso Sul.

Em 18 anos, o valor estimado é de R$ 150 milhões, distribuídos nas três administrações. Entre os frigoríficos envolvidos, a Buriti teria fornecido mais de  R$ 12 milhões no ano de 2015, em compras fictícias de carne bovina.

Jornal Midiamax