Polícia

Gaeco vai as ruas e cumpre mandados em presídios no Estado contra o PCC

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) deflagrou na manhã desta quarta-feira (27), a Operação Flash Back dentro de presídios de Mato Grosso do Sul. Campo Grande e Dourados são cidades alvos. Ao todo, sete estados brasileiros são alvos da operação contra a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). Informações […]

Thatiana Melo Publicado em 27/11/2019, às 07h03 - Atualizado às 07h43

Mandados são cumpridos no Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande (Henrique Arakaki, Midiamax)
Mandados são cumpridos no Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande (Henrique Arakaki, Midiamax) - Mandados são cumpridos no Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande (Henrique Arakaki, Midiamax)

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) deflagrou na manhã desta quarta-feira (27), a Operação Flash Back dentro de presídios de Mato Grosso do Sul. Campo Grande e Dourados são cidades alvos. Ao todo, sete estados brasileiros são alvos da operação contra a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

Informações preliminares são de que são cumpridos 24 mandados, sendo 12 de busca e apreensão e 12 de prisão em penitenciárias de Campo Grande e na PED (Penitenciária Estadual de Dourados), em Dourados. Ainda não se tem informações de alvos presos. São cumpridos mandados em Alagoas, Minas Gerais, Pernambuco, Paraná, São Paulo, Tocantins e Sergipe.

A operação é para combater o principal núcleo da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), com base no Mato Grosso do Sul, de onde saem as ordens de ‘justiçamento’ para todo Brasil, sob comando de um membro identificado como ‘Maré alta’. Segundo as investigações, ele compõe a atual liderança da facção, que substitui o fundador e líder, Marcos Willians Camacho, conhecido como ‘Marcola’ que atualmente está preso na Penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia.

A operação deflagrada em Alagoas e em outros estados faz parte para do enfrentamento ao PCC para isolar os líderes da nova estrutura, que tem como caraterística a truculência no ‘tribunal do crime’. De acordo com as investigações, o ‘tribunal do crime’ é formado pelos que detém maior poder ou funções privativas dentro da facção.

Jornal Midiamax