Polícia

Exames do protocolo de morte encefálica de menina arremessada no chão são retomados

Na manhã desta sexta-feira (13) são retomados os exames do protocolo de morte encefálica, que são realizados na menina de 3 anos agredida brutalmente na manhã da última quarta-feira (11). Ao todo são feitos três testes, que tiveram que ser pausados por conta do grave estado de saúde da criança. Conforme a assessoria da Santa […]

Renata Portela Publicado em 13/12/2019, às 09h08 - Atualizado às 16h48

(Arquivo, Midiamax)
(Arquivo, Midiamax) - (Arquivo, Midiamax)

Na manhã desta sexta-feira (13) são retomados os exames do protocolo de morte encefálica, que são realizados na menina de 3 anos agredida brutalmente na manhã da última quarta-feira (11). Ao todo são feitos três testes, que tiveram que ser pausados por conta do grave estado de saúde da criança.

Conforme a assessoria da Santa Casa de Campo Grande, na tarde de quinta-feira (12) um dos testes já tinha sido realizado. A menina segue internada no CTI (Centro de Terapia Intensiva) pediátrico e, por conta da instabilidade e do estado de saúde delicado, os exames foram interrompidos e retornam nesta sexta-feira.

No boletim de ocorrência registrado no dia do crime, a suspeita médica quando a criança foi socorrida já era de traumatismo craniano e morte encefálica.

Relembre o caso

Na Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente), a mãe da criança contou que foi até o posto de saúde para vacinar o bebê de 5 meses. Ela voltava do posto com o filho de 5 anos ao lado dela, o bebê e a menina de 3 anos no carrinho quando o crime aconteceu.

O desconhecido surgiu na frente dela, levantou a menina pelas pernas e bateu forte com a cabeça dela no chão. Ele iria fazer o ato novamente, mas a mãe conseguiu impedir e segurar a criança, quando também começou a gritar e populares detiveram o suspeito.

A menina foi socorrida pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e levada para a Santa Casa. A mãe do suspeito também prestou depoimento na delegacia e disse que em conversa com o filho, ele contou que não se lembrava do ocorrido. Ela ainda relatou que ele é paciente psiquiátrico esquizofrênico, que é agressivo, que já foi agredida por ele e que agora ele mora sozinho.

Ainda conforme a mulher, o filho não trabalha e perambula pelo bairro. Ela vai na casa dele três vezes ao dia e coloca o remédio na comida. Ele responde pelo crime de tentativa de homicídio e tentativa de homicídio qualificado

Jornal Midiamax