Polícia

Defesa pede absolvição sumária de jovem que matou gerente a facadas em apartamento

A defesa de Lucas Santos Mesquita, de19 anos, que matou a facadas o gerente, José Rodrigo Chaves de 40 anos pediu a absolvição sumária do réu, alegando legítima defesa. O pedido foi feito nesta terça-feira (5) pedindo a absolvição sumária pelo crime de homicídio simples e fraude processual, já que Lucas teria tentado despistar a […]

Thatiana Melo Publicado em 06/02/2019, às 09h57

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A defesa de Lucas Santos Mesquita, de19 anos, que matou a facadas o gerente, José Rodrigo Chaves de 40 anos pediu a absolvição sumária do réu, alegando legítima defesa.

O pedido foi feito nesta terça-feira (5) pedindo a absolvição sumária pelo crime de homicídio simples e fraude processual, já que Lucas teria tentado despistar a polícia fingindo um suicídio na manhã seguinte ao crime.

A defesa ainda pede para que Lucas possa responder ao processo em liberdade. As alegações para a absolvição do rapaz são de que ele tentou se defender de José Rodrigo que queria estuprá-lo.

No dia 28 de janeiro, o MP (Ministério Público Estadual) pediu para que o réu fosse a júri popular pelo crime. No pedido do MP foi relatado que Lucas teria tentando forjar a própria morte induzindo, assim, as autoridades ao erro judicial, sendo que ele também deveria ser processado por fraude, além de homicídio. No depoimento exposto pelo MP, Lucas disse que deu vários golpes de faca em José porque estava assustado e também na tentativa de derrubá-lo no chão.

A primeira audiência do caso aconteceu no dia 23 de janeiro, quando Lucas disse que ao chegar no apartamento, não teria ingerido bebida alcoólica. “Eu só fumei um cigarro de maconha, ai ele disse que queria comer meu (…)”, relatou. Depois, José Rodrigo, conforme as informações do acusado o teria trancado no quarto retornando com uma faca.

“Ele voltou com uma faca, eu corri para a cozinha e tentei achar uma faca para me defender, mas não achei. Começamos a lutar, foi quando dei as facadas”, conta. O juiz questionou o número de facadas desferidas em José, 10 perfurações. “Eu fiquei meio assustado, ele não saia de cima de mim, parei de dar as facadas, dei um soco nele e fugi”, disse.

Depois do crime, Lucas fugiu, mas deixou marcas de sangue. Ficou cerca de uma hora pelas imediações, quando foi encontrado por populares e encaminhado a Upa Coronel Antonino.

Jornal Midiamax