Polícia

Caso Carolina: Justiça adia e remarca audiência sobre morte de advogada

A audiência sobre a morte da advogada Carolina Albuquerque que aconteceria nesta segunda-feira (29) foi adiada e remarcada para o próximo dia 12 de agosto, em Campo Grande. Carolina morreu após acidente de trânsito, no dia 2 de novembro de 2017, na Avenida Afonso Pena, em Campo Grande. O acusado pelo crime, João Pedro de […]

Dayene Paz Publicado em 30/07/2019, às 16h30 - Atualizado em 31/07/2019, às 08h37

Foto: Divulgação.
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A audiência sobre a morte da advogada Carolina Albuquerque que aconteceria nesta segunda-feira (29) foi adiada e remarcada para o próximo dia 12 de agosto, em Campo Grande. Carolina morreu após acidente de trânsito, no dia 2 de novembro de 2017, na Avenida Afonso Pena, em Campo Grande. O acusado pelo crime, João Pedro de Miranda foi denunciado por homicídio culposo na direção de veículo automotor, depois de 14 meses do acidente.

Carolina morreu em 2 de novembro de 2017, depois que o carro dela foi atingido pela camionete de João Pedro, a 115 km/h, segundo a perícia, em trecho com velocidade máxima de 50 km/h. Ela estava a 30 km/h.

Douglas Barros, pai do filho de advogada, afirmou que a defesa do estudante de medicina, João Pedro de Miranda, está tentando culpar a vítima pela própria morte, já que fez pedido para verificação da documentação tanto do carro da advogada quanto de sua CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

Em janeiro deste ano, o MPMS (Ministério Público do Estado) denunciou João Pedro por homicídio culposo na direção de veículo automotor, depois de 14 meses do acidente. Ele também foi indiciado por lesão corporal culposa, já que o filho da advogada ficou ferido no acidente. Uma indenização ao menino foi pedida pelo Ministério Público, na denúncia.

Segundo o depoimento de uma das amigas de Carolina, a advogada estava em seu apartamento pouco antes da meia noite, quando o celular da vítima ficou sem bateria e ela teria usado o da amiga para avisar os pais onde estava e que já iria embora. O que contesta a versão dada pela defesa de João Pedro, que sugeriu que a advogada estaria ao celular quando aconteceu a colisão.

Na época, a defesa de João Pedro ainda teria afirmado que a advogada teria causado a própria morte ao ‘furar’ o sinal vermelho. O carro em que ela estava tinha a velocidade de 30 Km/h, enquanto a camionete do estudante estava a 115 Km/h. Em novembro de 2018, foi acatado pela Justiça e rebatido pelo MP, a suspensão das medidas cautelares impostas a João Pedro como, a devolução de sua CNH (Carteira Nacional de Habilitação), retirada da tornozeleira eletrônica e a suspensão de se recolher no período noturno.

Jornal Midiamax