Polícia

Cartazes são jogados em região onde mora suspeito de atropelar e matar homem em MS

Panfletos foram espalhados nesta quinta-feira (7) na região onde mora o suspeito de atropelar Atef Hamie, 59 anos, que morreu na Santa Casa de Campo Grande, três meses depois de ser atropelado na rua Cuiabá, município de Corumbá. Os cartazes pedem justiça afirmando que o suspeito, de 74 anos, seria um “assassino”. A vítima era […]

Dayene Paz Publicado em 07/02/2019, às 17h26 - Atualizado em 08/02/2019, às 10h48

Atef morreu no dia 28 de janeiro. (Foto: Divulgação)
Atef morreu no dia 28 de janeiro. (Foto: Divulgação) - Atef morreu no dia 28 de janeiro. (Foto: Divulgação)

Panfletos foram espalhados nesta quinta-feira (7) na região onde mora o suspeito de atropelar Atef Hamie, 59 anos, que morreu na Santa Casa de Campo Grande, três meses depois de ser atropelado na rua Cuiabá, município de Corumbá. Os cartazes pedem justiça afirmando que o suspeito, de 74 anos, seria um “assassino”.

A vítima era conhecida na cidade e de “bom coração”, como afirmou o filho de Atef, Omar Hamie, um estudante de 34 anos. O rapaz afirmou que desconhece a existência dos cartazes, mas salientou que assim como a família, a população quer justiça.

O acidente aconteceu no dia 26 de outubro, quando Atef atravessava a rua Cuiabá. O suspeito do atropelamento conduzia um veículo Gol. Após o acidente, a vítima foi encaminhada para a Santa Casa de Campo Grande.

“Ele ficou em estado vegetativo e no dia 11 de dezembro, trouxemos ele para cá [Corumbá], já que não tínhamos condições de ficar indo e voltando, nem manter alguém para cuidar dele”, conta o filho. “O senhor que atropelou até nos ajudou no começo, mas depois que fomos descobrindo algumas coisas, ele sumiu”, relata Omar.

O filho ainda relata que tentou saber o que levou ao atropelamento. “No depoimento de algumas testemunhas descobri que o suspeito estaria em um bar e depois que saiu de lá, atropelou meu pai”, finaliza.

A Polícia Civil afirmou que não recebeu denúncias a respeito dos cartazes. As investigações sobre o caso prosseguem.

Jornal Midiamax