Polícia

Madrasta que matou bebê de 1 ano pisoteado é transferida para presídio

Jéssica Leite Ribeiro, de 21 anos, acusada de matar pisoteado um bebê de 1 ano, em Dourados, a 225 quilômetros de Campo Grande, foi transferida para o presídio feminino da Corumbá nesta sexta-feira (31). Ela estava presa desde o dia 16 deste mês, quando a criança morreu. Ela foi levada por uma equipe da guarda […]

Thatiana Melo Publicado em 31/08/2018, às 08h57 - Atualizado em 01/09/2018, às 08h44

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Jéssica Leite Ribeiro, de 21 anos, acusada de matar pisoteado um bebê de 1 ano, em Dourados, a 225 quilômetros de Campo Grande, foi transferida para o presídio feminino da Corumbá nesta sexta-feira (31). Ela estava presa desde o dia 16 deste mês, quando a criança morreu.

Ela foi levada por uma equipe da guarda da escolta da Polícia Militar de Dourados. O pai do bebê, Rodrigo Avalo dos Santos, foi indiciado por maus-tratos e está preso. A defesa de Rodrigo tentou um habeas corpus para a liberdade do lutador de MMA, mas foi negada pela Justiça.

No dia 24 deste mês,  o MP (Ministério Público) se opôs ao pedido de liberdade feito pela defesa de Rodrigo Avalo Santos.Em despacho, o MP relata que “a segregação dos acusados para garantia da ordem pública é imperiosa, pois praticou crime de grande repercussão social, com extrema violência, ou seja, ceifaram a vida de uma criança de 1 ano de idade”.

Jéssica confessou o crime e disse na delegacia ter pisado na barriga do bebê, que chorava por causa de cólicas. Em depoimento, ela disse ter usado as mãos e os joelhos para apertar a barriga da criança, e teria se excedido na força.

O bebê sofreu várias fraturas nos arcos costais, o que resultou no dilaceramento do fígado, causando sua morte por choque hemorrágico. A criança ainda tinha hematomas antigos e ferimentos recentes no couro cabeludo.

Crime

No dia 16 de agosto, o Samu (Serviço Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado para socorrer o bebê, mas quando chegou à casa a criança já estava morta. A madrasta do bebê disse que ele tinha passado mal e ela tentado fazer a ressuscitação. Mas, laudos médicos apontaram hematomas que não condiziam com o depoimento da mulher, que demorou cerca de 1 hora para acionar o socorro para o enteado.

(Com site Dourados News)

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