Polícia

Imagens vão ajudar na investigação de atentado contra Salém, que segue internado

Crime aconteceu no dia 2 de fevereiro

Thatiana Melo Publicado em 21/02/2018, às 13h50

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Crime aconteceu no dia 2 de fevereiro

A Polícia Civil ainda espera a alta hospitalar de Salém Pereira Vieira para que através de seu depoimento o atentado que sofreu no dia 2 de fevereiro seja solucionado. Imagens de câmeras de segurança devem ajudar a polícia na elucidação do caso.

De acordo com o delegado Gustavo Bueno Vieira da 5º Delegacia de Polícia Civil, as imagens resgatadas pela polícia mostram a ação dos bandidos durante o atentado e que deve ajudar no caso. Ainda segundo o delegado várias pessoas já foram ouvidas, mas nenhum outro detalhe foi repassado para não atrapalhar as investigações.

Salém Pereira Vieira continua internado na Santa Casa de Campo Grande, na UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Ele sofreu um atentado no dia 2 de fevereiro quando foram feitos mais de dez disparos contra seu carro, no Bairro Guanandi, em Campo Grande.

No dia do crime, ele estava na companhia da esposa que levava a filha a escola, que fica na região. Um carro, de cor preta, teria parado ao lado do veículo de Salém e os ocupantes efetuados os disparos.

Ele teria descido do carro e andado por aproximadamente cinco metros quando caiu na calçada de uma escola de educação infantil.Imagens vão ajudar na investigação de atentado contra Salém, que segue internado

Prisões

Salem ficou conhecido em 2015, quando foi testemunha em um processo contra o ex-prefeito Gilmar Olarte, no escândalo sobre os cheques em branco. A informação é de que, atualmente, ele estaria trabalhando como cobrador de dívidas.

Ele possui ficha com passagens pela polícia. Em 2005, foi preso em flagrante acusado de um roubo. Um ano depois, ele ganhou progressão de pena e foi para o semiaberto, de onde fugiu em dezembro daquele ano, sendo recapturado em outubro de 2008.

Em fevereiro de 2012, ele foi preso novamente por porte ilegal de arma, mas foi posto em liberdade após pagar fiança. Em 2014, ele voltou a ser preso pelo crime de porte ilegal de arma de fogo.

Jornal Midiamax