Polícia

Policial civil aposentado é morto a tiros, três meses depois de atentado

No dia 11 de fevereiro,ele foi ferido a tiros de fuzil 

Midiamax Publicado em 11/05/2017, às 20h01

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No dia 11 de fevereiro,ele foi ferido a tiros de fuzil 

O policial civil aposentado Giuvan de Oliveira Barbosa, de 52 anos, foi assassinado na tarde desta quinta-feira (11) em Maracaju, a 162 quilômetros de Campo Grande. Há exatos três meses, o investigador foi vítima de um atentado e chegou a ficar internado na Santa Casa da Capital depois de ser ferido a tiros de fuzil.

Conforme informações preliminares, o investigador aposentado estava em uma garagem de venda de veículos, quando foi surpreendido pelos autores. Os dois homens teriam se aproximado e efetuaram os disparos que mataram a vítima, em seguida fugiram em um Fiat Strada branco.

Ainda não foi divulgado qual a arma usada no crime e quantos disparos atingiram o policial. Há exatos três meses, no dia 11 de fevereiro, Giuvan foi vítima de um atentado quando chegava a sua casa na Rua Arlindo Olegário de Lima, Conjunto José Brejão.

Segundo o site Maracaju Speed, na época, o policial chegava à residência em um Ford Ranger, mas foi interceptado por dois homens em um Fiat Uno. Usando um fuzil calibre.762, os suspeitos dispararam contra ele. Giuvan foi atingido, mas conseguiu sair pela porta do passageiro da Ranger.Policial civil aposentado é morto a tiros, três meses depois de atentado

Giuvan foi atingido por cerca de 5 tiros. Após os bandidos fugirem, o policial dirigiu até o Pronto Socorro, onde pediu socorro. O investigador aposentado foi transferido para Santa Casa de Campo Grande, ficou internado e depois de liberado voltou à cidade, onde nesta quinta-feira foi morto.

Na data do primeiro crime, Giuvan afirmou a Polícia Militar que vinha recebendo ameaças por telefone há dias. Conforme apura pela reportagem, a suspeita é de que o policial tinha envolvimento com a máfia do cigarro. 

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