Polícia

Após 60 dias, família não consegue enterrar idoso por falta de reagentes no Imol

O corpo foi localizado em um terreno baldio

Thatiana Melo Publicado em 05/05/2017, às 12h02

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O corpo foi localizado em um terreno baldio

Mesmo reconhecendo as roupas, e objetos encontrados ao lado do corpo de um idoso, de 64 anos, na Vila Morumbi, a família ainda não conseguiu enterrá-lo, já que não foi possível a confirmação de sua identidade por falta de reagentes no Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) em Campo Grande.

A sobrinha da vítima, Márcia Santos Teodoro disse ao Jornal Midiamax, que já teria ligado por diversas vezes no Imol e sempre ouve a mesma história, “Eles falam que estão sem reagentes para fazer o exame de DNA e que o aparelho de raio-x do local está quebrado”.

“Estamos sofrendo e não podemos dar um enterro digno para o meu tio, e eles (Imol) nunca tem uma resposta concreta de quando vão liberar o corpo”, diz. Ainda segundo ela, a delegada que cuida do caso já teria afirmado que não há como abrir uma investigação, se ainda não se sabe a causa da morte.

Moradores da região, onde o corpo foi encontrado, acionaram a polícia por causa do mau cheiro e de um celular que não parava de tocar, e que estava ao lado do corpo, de Joaquim. A polícia encontrou o corpo em um terreno baldio, no dia 27 de fevereiro.

Ele estava em avançado estado de decomposição e sem roupas. O idoso teria saído de sua residência, no dia 20 de fevereiro, para receber um dinheiro e desaparecido. 

Jornal Midiamax