Polícia

Corpo de babá douradense morta na Espanha chega ao Brasil após um ano e meio

A jovem foi assassinada em janeiro de 2014, em Madrid

Renata Portela Publicado em 09/07/2015, às 12h14

None
baba_douradense.jpg

A jovem foi assassinada em janeiro de 2014, em Madrid

Um ano e meio depois da morte da babá douradense Patrícia Souza Leal, em Madrid, a justiça espanhola finalizou o caso e liberou o corpo da jovem para ser transladado ao Brasil. A jovem foi encontrada morta a facadas no dia 15 de janeiro de 2014.

A suspeita é de que Patrícia foi assassinada depois de descobrir o caso do ex-namorado, o dominicano Jonathan José Lopes, com a madrasta dele. Para evitar o escândalo, a dupla teria matado a brasileira, mas a Justiça espanhola ainda não deu parecer sobre o crime.

A tia de Patrícia, Sandra, afirmou ao Jornal Midiamax que recebeu, na manhã desta quinta-feira (9), a informação de que o corpo da jovem finalmente foi liberado. “Não foi nem o consulado que me avisou, mas sim um amigo de Patrícia que mora em Madrid.

 Ele era muito amigo dela e me ajudou muito para conseguir a liberação do corpo da minha sobrinha”, disse.

Ainda de acordo com Sandra, o corpo da jovem deve chegar em São Paulo, capital, no fim da manhã de sábado, onde passará por outros processos de liberação e deverá chegar em Dourados apenas no período da tarde. “A funerária só vai liberar o corpo de Patrícia no domingo, quando vamos fazer o velório, mas ainda não sabemos o horário”, diz Sandra.

Para a tia de Patrícia, todo o processo correu por causa da divulgação na mídia e ao advogado que cuidou do caso. “Nunca tivemos ajuda do consulado, eles nunca nem sequer mandaram um e-mail, eu que sempre tive que ir atrás. Nem o Ministro de Relações Exteriores nunca deu um parecer sobre o que aconteceu”, afirma. “Foi através da mídia que conseguimos essa ajuda, só tenho a agradecer, principalmente ao Jornal Midiamax que sempre esteve do meu lado”, finaliza Sandra.

A família poderá agora, depois de um ano e meio, fazer um velório para Patrícia. A jovem estava de passagens compradas para voltar ao Brasil quando foi assassinada. Ela voltaria em maio de 2014 e dizia que não queria mais ficar na Espanha.

Jornal Midiamax