Polícia

Capivara que virou atração em empresa de viagens já foi resgatada pela PMA

Animal foi devolvido ao habitat natural

Wendy Tonhati Publicado em 28/11/2015, às 16h52

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Animal foi devolvido ao habitat natural

A capivara, que virou atração em uma empresa de viagens de Campo Grande, foi resgatada por uma equipe da PMA (Polícia Militar Ambiental), por volta das 12 horas deste sábado (28). 

Segundo o leitor do Jornal Midiamax que encaminhou a foto, a capivara parecia machucada e assustada. Porém, conforme a PMA, o animal não estava ferido. 

Atração

Ao chegar para trabalhar, o motorista de uma empresa de viagens teve uma surpresa na manhã deste sábado, quando se deparou com uma capivara no estacionamento da empresa.

 “Ela vai para a rua depois volta para o estacionamento. É perigoso por que ela pode ser atropelada e causar um acidente”, disse o motorista.  “As pessoas passam por aqui e ficam tirando foto, o que deixa ela mais assustada com toda esta movimentação”, completou .

Orientações

O leitor chegou a relatar a demora da PMA em ir fazer o regate do animal, porém, de acordo com o major da PMA Edmilson Queiroz a competência primária da PMA é o trabalho preventivo para evitar que crimes e degradações ocorram, por isso, nem todas as capturas de animais são feitas imediatamente, pois o prejuízo pode ser bem maior. Capivara que virou atração em empresa de viagens já foi resgatada pela PMA

Com relação aos animais, há dias em que a PMA captura até 16. “Grande parte das ligações resolvemos com orientações”, diz. “Acostumou acionar sempre a PMA em todas as questões ambientais. A competência administrativa de todas as questões ambientais no perímetro urbano ou de impacto local e da Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano)”, completa. 

Conforme Queiroz, a Semadur firmou convênio com o Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Su) para licenciar todas as atividades, recebe taxas pelas licenças e tem de fiscalizar e cuidar de todas as questões administrativas de caráter local. 

“Com relação aos animais vamos continuar fazendo enquanto o órgão não assumir, mas não destinaremos mais de uma equipe para não diminuirmos o nosso papel constitucional que é primariamente a prevenção e a repressão quando não conseguirmos prevenir”.

Jornal Midiamax