Polícia

Suspeito da morte de policial civil na fronteira é assassinado e enterrado no Paraguai

José Vieira dos Santos, o “Magrão”, de 34 anos, suspeito de envolvimento na morte de um policial civil ocorrido em 2012 em Tacuru, foi assassinado com vários tiros no Paraguai. Segundo as informações, o assassinato ocorreu no fim de semana passado na região conhecida como “Troncal 4”, no departamento (Estado) de Canindeyú. Magrão era acusado […]

Arquivo Publicado em 15/02/2014, às 23h33

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José Vieira dos Santos, o “Magrão”, de 34 anos, suspeito de envolvimento na morte de um policial civil ocorrido em 2012 em Tacuru, foi assassinado com vários tiros no Paraguai.

Segundo as informações, o assassinato ocorreu no fim de semana passado na região conhecida como “Troncal 4”, no departamento (Estado) de Canindeyú.

Magrão era acusado de ser o mentor intelectual do assassinato do policial civil, Miguel Honorato Abreu Holsbach, de 43 anos, crime ocorrido no dia 1º de setembro de 2012 na cidade de Tacuru.

O irmão de Magrão, Arnoldo Vieira dos Santos, foi preso dias depois do crime ao se apresentar à polícia e confessar o assassinato do policial.

José Vieira dos Santos, que também foi preso na época como coautor do assassinato de Miguel Honorato Holsbach, havia fugido da cadeia pública de Eldorado em agosto de 2013 em companhia de outros detentos e se refugiado no país vizinho, Paraguai.

De acordo com a polícia, no país vizinho Magrão teria conseguido documentação paraguaia falsificada e teria montado um bar na região de Troncal 4.

Segundo as informações, Magrão foi assassinado dentro de seu próprio estabelecimento comercial por indivíduos desconhecidos que teriam chegado ao local em um veículo e armados com fuzis.

O comerciante teria sido velado em seu próprio bar e sepultado na mesma região em que foi assassinado.

O irmão de Magrão, Arnoldo Vieira dos Santos, está preso em um presídio de segurança máxima no Brasil, onde, além de aguardar o julgamento pela morte do policial, também responde por tráfico de drogas.

Segundo a polícia, depois de preso ele foi flagrado articulando de dentro do presídio, por meio de um telefone celular, um esquema de tráfico em sua cidade de origem, Tacuru.

Jornal Midiamax