Polícia

Quatro presos serram grades e fogem de cadeia pública em Batayporã

Quatro presos fugiram da Cadeia Pública na madrugada deste domingo (5), localizada na Rua Ataliba Ramos, ao lado da Câmara Municipal em Batayporã – a 306 km de Campo Grande. Os prisioneiros teriam serrado as grades da cela e escapado para o local onde tomam banho de sol, onde teriam serrado outra grade e fugido […]

Arquivo Publicado em 06/01/2014, às 10h42

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Quatro presos fugiram da Cadeia Pública na madrugada deste domingo (5), localizada na Rua Ataliba Ramos, ao lado da Câmara Municipal em Batayporã – a 306 km de Campo Grande.


Os prisioneiros teriam serrado as grades da cela e escapado para o local onde tomam banho de sol, onde teriam serrado outra grade e fugido pelos fundos da delegacia. Os fugitivos foram identificados como Bugão, Anderson Capeta, Valdir e Paizinho, sendo que o último preso recentemente.


A Justiça já teria expedido a ele, alvará de soltura que deveria ser cumprido na manhã deste domingo, entretanto, ele aproveitou a oportunidade e fugiu durante a madrugada.


O delegado de plantão, Luiz Augusto Milani, que trabalha no caso, disse que já abriu um processo investigativo para apurar as reais causas da fuga. O núcleo de Perícias de Nova Andradina foi acionado para realizar os devidos procedimentos no local.


Durante os plantões, a unidade conta com apenas um policial que faz a segurança e atende as ocorrências. Ele não percebeu a ação dos autores e preferiu não comentar o caso. A Delegacia de Batayporã dispõe de duas celas com capacidade para quatro presos, no entanto, no momento da fuga havia 31 detentos no local.


Preocupação


Após a fuga, moradores próximos à Delegacia de Polícia, onde se localiza a Cadeia Pública, se mostraram apreensivos com a informação. Muitos estão preocupados com o número de presos no local. “Ha mais ou menos uma semana, fiquei sabendo que as celas estavam lotadas, mas não fazia ideia de que havia tanta gente no local”.


“Imagina se na hora da fuga houvesse uma perseguição e os presos fizessem algum vizinho de refém ou se refugiassem em uma das casas. Pois é isso que acompanhamos pela TV todos os dias e aqui não seria diferente”, desabafou uma moradora que reside ao lado da delegacia e preferiu não se identificar.

Jornal Midiamax