Polícia

Policial do Bope adotou gatinhos encontrados em ‘caixa misteriosa’ após suspeita de bomba

Um policial militar do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), que preferiu não se identificar, adotou os dois filhotes de gato encontrados na caixa misteriosa, encontrada no início da noite de terça-feira (10), no Bairro Parque Novos Estados, em Campo Grande (MS). Conforme o major do Bope, Wagner Ferreira da Silva, o militar que adotou quis […]

Arquivo Publicado em 11/06/2014, às 19h18

None

Um policial militar do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), que preferiu não se identificar, adotou os dois filhotes de gato encontrados na caixa misteriosa, encontrada no início da noite de terça-feira (10), no Bairro Parque Novos Estados, em Campo Grande (MS). Conforme o major do Bope, Wagner Ferreira da Silva, o militar que adotou quis levar os animais para casa porque sua filha já havia pedido um gato.

Na terça-feira (10), oito policiais do Bope foram acionados para atender a uma ocorrência no bairro. A princípio, a polícia foi ao local depois de receber informação de que um homem em um Gol de cor prata teria parado na frente de uma casa e deixou a caixa com os bichinhos. Moradores ficaram com medo de ser algo explosivo, mas na verdade filhotes inocentes estavam à espera de um resgate.

Conforme informações do major Wagner, casos semelhantes a este ocorrem em várias regiões do Brasil, mas em Campo Grande foi um fato inusitado. “O policial é orientado a tomar determinadas medidas diante de algo suspeito, estranho, é um procedimento padrão da PM. Até nesses casos, onde tenha animais, também é necessário cuidados para não machucá-los”, explica.

Segundo o major, o militar, que adotou os filhotes, foi orientado a procurar o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) para saber as informações necessárias sobre a adoção do animal.

Primeiros cuidados

Quem tem interesse em adotar um bichinho, seja de rua ou de uma terceira pessoa, deve procurar um médico veterinário. “Quando o animal está na rua, não dá para saber qual o estado de saúde, por isso é importante que a pessoa adote esse primeiro cuidado”, ressalta a médica veterinária do setor de controle de raiva e outras zoonoses do CCZ, Claudia Macedo Ferreira.

Ela recomenda que o animal passe por um check-up e avaliação e que os filhotes sejam devidamente vacinados e vermifugados. “Às vezes, porque o animal está bonito e parece saudável, a pessoa não leva no médico, mas está errado”.

Jornal Midiamax