Polícia

Polícia de Costa Rica desmantela associação criminosa acusada de tráfico de crianças

A Polícia Civil de Costa Rica em ação conjunta com a Polícia Militar de Mineiros (GO), prenderam em Goiás, um grupo de pessoas acusadas de tráfico de crianças. Ao todo cinco pessoas foram detidas para averiguação. As investigações tiveram início após denúncias anônimas, e desde então, policiais civis de Mato Grosso do Sul passaram a […]

Arquivo Publicado em 26/02/2014, às 13h03

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A Polícia Civil de Costa Rica em ação conjunta com a Polícia Militar de Mineiros (GO), prenderam em Goiás, um grupo de pessoas acusadas de tráfico de crianças. Ao todo cinco pessoas foram detidas para averiguação.


As investigações tiveram início após denúncias anônimas, e desde então, policiais civis de Mato Grosso do Sul passaram a monitorar o grupo.


De acordo com o titular da Delegacia de Polícia Civil de Costa Rica, Cleverson Alves dos Santos, um casal teria custeado todas as despesas da gestante, inclusive hotel e despesas hospitalares. “Além disso, estamos checando a informação de que seria montada uma boate para a mãe da criança, na cidade de Figueirão”, diz o delegado.


Ainda segundo o delegado, o sigilo bancário de todos os envolvidos será quebrado. O objetivo é saber o valor exato que foi pago pela criança. “Nós até entendemos vontade de uma mulher ser mãe, mas a justiça não pode permitir que um ser humano seja transformado em moeda de troca”, enfatizou Cleverson que lembrou que existem meios legais para adoção.


O casal acusado de comprar o bebê mora no estado de Minas Gerais e apresenta ter um grau de instrução elevado e boa situação financeira.


Todos os envolvidos serão indiciados por tráfico de criança e associação criminosa. O delegado disse ainda que investiga a participação de pessoas de Costa Rica, em uma possível facilitação da compra. “As investigações mostram uma suposta participação de uma médica, ainda não sabemos qual o grau de envolvimento dela, mas iremos investigar”, explica.


Para a polícia, o hospital onde a criança nasceu, agiu de forma legal, inclusive toda a documentação estaria em nome da mãe do bebê. Os nomes e imagens das pessoas envolvidas ainda não foram divulgadas pela Polícia Civil.

Jornal Midiamax