Polícia

Homem que ‘descarregou revólver’ em desafeto no Estrela do Sul se apresenta à polícia

Se apresentou à Polícia Civil nesta quarta-feira (16), Gilberto Almeida Farias. Ele é apontado como suspeito de matar Jean Cesar Santos dos Santos, no último sábado (12), em uma praça no bairro Estrela do Sul, região norte de Campo Grande. Farias compareceu à delegacia na companhia de uma advogada e se recusou a falar com a […]

Arquivo Publicado em 16/04/2014, às 22h22

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Se apresentou à Polícia Civil nesta quarta-feira (16), Gilberto Almeida Farias. Ele é apontado como suspeito de matar Jean Cesar Santos dos Santos, no último sábado (12), em uma praça no bairro Estrela do Sul, região norte de Campo Grande. Farias compareceu à delegacia na companhia de uma advogada e se recusou a falar com a imprensa.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Webber Luciano de Medeiros, da 2ª DP, o suspeito relatou que o motivo para o homicídio seria vingança. Já que a vítima teria emprestado uma arma para matar seu sobrinho e ainda ficava zombando da situação. O delegado informou ainda que o suspeito só irá se pronunciar em juízo.

A sangue frio

No sábado, 12 de abril, Gilberto Almeida acompanhado de três amigos, Emerson Brites Martines, conhecido como “Paizinho”, Maycon Campo de Oliveira e um adolescente de 16 anos, foram ao encontro de Jean para espancar a vítima. Após realizarem o ato os três indivíduos deixaram o local e um primo da vítima tentou ajudar a sair da praça onde foi agredido.

Antes que conseguisse, Gilberto foi até um terreno baldio próximo e pegou uma arma calibre 38 que estava escondida. Retornando ao local, atirou quatro vezes na vítima e quando ele já estava no chão, o atingiu com mais dois tiros na cabeça, à queima roupa. “Ele descarregou o revólver no Jean”, diz o delegado.

Nove testemunhas foram ouvidas sobre o caso e o autor será indiciado por homicídio doloso (quando há intenção de matar). O delegado também pedirá a prisão preventiva de Gilberto, para que ele responda o julgamento detido. Os três envolvidos no espancamento chegaram a ser presos, mas foram liberados já que não participaram do assassinato.

Jornal Midiamax