Polícia

Acusado de estuprar e matar enteado de 1 ano é abusado sexualmente por 20 presos

Um caso de um padrasto que estuprou o enteado de 1 ano e 8 meses que aconteceu no fim de março deixou a população de Brasília indignada.

Arquivo Publicado em 10/04/2014, às 19h02

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Um caso de um padrasto que estuprou o enteado de 1 ano e 8 meses que aconteceu no fim de março deixou a população de Brasília indignada.

Vinte presos do Centro de Detenção Provisória de Taguatinga, cidade satélite de Brasília (DF), abusaram sexualmente de um professor de jiu-jitsu que estava na cadeia acusado de estuprar e matar o enteado, de 1 ano e 8 meses, no fim de março.

Na delegacia, o lutador disse para Gabrielle Estrela, ex-esposa dele, e mãe do bebê assassinado, que estava possuído pelo demônio quando cometeu o crime. A mulher publicou vários desabafos no Facebook e se disse traída pelo homem, com quem foi morar e em quem confiou para cuidar do filho.

“Agora nesse momento eu abro minha boca a todos! Não amenizei minha dor, mas comecei a fazer justiça à minha própria paz, ao meu próprio coração. Cara a cara com o assassino do meu neném! Eu o repudio!”, escreveu.

“Eu entreguei minha vida e a do meu filho pra esse homem cuidar, eu acreditei no amor e na bondade dele, eu o apoiei, eu o amei, e aceitei seus defeitos sem saber que ele era algo muito pior, minha família inteira se encantou por ele, fomos acolhidos e acolhemos ele e seu filho”, relata Gabrielle.

Segundo informações extraoficiais, quando chegou à cela, o professor de jiu-jitsu teria dito aos outros detentos que era lutador e que, caso alguém tentasse algo contra ele, ‘poderia se dar muito mal’.

Mesmo assim, os vinte presos seguraram e estupraram o rapaz dentro da cela. O lutador foi levado para o Hospital de Base de Brasília, onde passou por uma cirurgia.

O caso

De acordo com o site Mais Goiás, o lutador de jiu-jitsu é suspeito de abusar sexualmente e causar a morte de um bebê de um ano e 8 meses por traumatismo craniano. O homem era padrasto da criança.

O menino foi internado no Hospital Anchieta, em Taguatinga, após ser vítima de uma suposta queda. Servidores do hospital, no entanto, acionaram a polícia após constatarem que os ferimentos não eram compatíveis com os de uma queda. O bebê, Miguel Estrela, morreu no hospital, no dia 29 de março.

Segundo a mãe da criança o padrasto permaneceu durante todo o tempo de internação do menino ao lado de sua família.

Jornal Midiamax