Polícia

Polícia confirma que entregador degolado tinha caso com a ex-mulher e irmã do autor do crime

Pouco antes da confissão de Ivan Cristaldo de Oliveira, homem que diz ter matado o colega de trabalho na última sexta-feira (14), a golpes de faca dentro de uma Kombi no bairro Campo Novo, uma análise do perito criminal que estava no local ‘matou a charada’, de acordo com o delegado titular da 2° delegacia de […]

Arquivo Publicado em 18/09/2012, às 16h10

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Pouco antes da confissão de Ivan Cristaldo de Oliveira, homem que diz ter matado o colega de trabalho na última sexta-feira (14), a golpes de faca dentro de uma Kombi no bairro Campo Novo, uma análise do perito criminal que estava no local ‘matou a charada’, de acordo com o delegado titular da 2° delegacia de polícia.


”A princípio Ivan tinha enganado a todos, dizendo que a vítima tinha cometido suicídio, por estar descontente com a separação recente da mulher. Mas, ao verificar que ele colocou o canivete na mão da vítima para simular a morte, só que na posição invertida do corte feito no pescoço, ele ‘matou a charada’”, afirma o delegado Medeiros.


A partir do confronto da versão da Ivan e uma testemunha ‘chave’, que seria um morador em frente ao local, na rua Saigon, a polícia então levou o autor para a delegacia e lá ele confessou o crime.


“O senhor que estava descansando em frente onde parou a Kombi viu tudo, inclusive o momento em que eles brigavam e Ivan abraçou Osnir Chagas de Oliveira, 36 anos, golpeando e abaixando o corpo dele para espirrar o todo o sangue embaixo no carro e assim deixar a vítima sem força”, conta o delegado.


Logo após o crime, familiares confirmaram que a vítima teve um relacionamento com a ex-mulher de Ivan, bem como a irmã dele.


“No dia 13 de agosto Ivan terminou o casamento e logo em seguida Osnir teve um relacionamento com ela. As mulheres prestaram depoimento e descobrimos que o fato inclusive é mais antigo ainda, já que as ex esposas tiveram uma briga em uma festa no mês de julho deste ano”, explica o delegado.


Ivan foi preso em flagrante e permanece na prisão temporária, nos dez dias subseqüentes do crime. “Vou concluir o inquérito e pedir a prisão preventiva dele. Ivan, que não tinha passagens policiais, vai responder pelo crime de homicídio qualificado pelo crime de motivo fútil”, finaliza o delegado Weber.

Jornal Midiamax