Polícia

Homem é preso por aplicar golpes de até R$ 8 mi em bancos de SP

Um homem foi preso pela Polícia Militar de Praia Grande, no litoral paulista, na quinta-feira suspeito de aplicar golpes em bancos e empresas que podem chegar até R$ 8 milhões. Ele afirmou ser libanês para a polícia, mas não apresentou documento. O detido tem cerca de 40 anos. O criminoso, que disse morar na cidade […]

Arquivo Publicado em 24/08/2012, às 21h02

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Um homem foi preso pela Polícia Militar de Praia Grande, no litoral paulista, na quinta-feira suspeito de aplicar golpes em bancos e empresas que podem chegar até R$ 8 milhões. Ele afirmou ser libanês para a polícia, mas não apresentou documento. O detido tem cerca de 40 anos.

O criminoso, que disse morar na cidade litorânea, foi detido quando tentava sacar R$ 60 mil em uma agência bancária. A PM chegou até ele após uma denúncia do banco, que desconfiou da movimentação de várias contas com a mesma característica. Depósitos em valores altos e em seguida saques em dinheiro e empréstimos com limite de crédito acima dos R$ 100 mil.

“Ele usa o RNE (Registro Nacional para Estrangeiros) falso. Possui três ou quatro assim, cada um com um nome, e apresenta uma facilidade muito grande de convencer as pessoas, perfil do estelionatário. Ele chegou a dar rombos em três ou quatro agências financeiras em torno de R$ 8 milhões”, explicou Flávio Máximo, delegado titular da delegacia sede de Praia Grande.

Máximo ainda afirmou que o suposto libanês admitiu a aplicação dos golpes e justificou que o dinheiro é enviado a amigos. Os documentos, segundo depoimento do acusado, foram adquiridos ilegamente na Praça da Sé, em São Paulo.

O homem ainda foi indiciado por contrabando pelo porte de baterias de celular vindas do Paraguai, sem a comprovação de nota fiscal. Ele admitiu a ideia de revender no País e confessou ter vindo do próprio país vizinho clandestinamente, em 2005.

O suposto libanês foi encaminhado à delegacia de Praia Grande e, de acordo com a polícia, o caso será conduzido para uma sede da Polícia Federal. O banco apresentou denúncia.

Jornal Midiamax