Polícia

Assassino confesso de professora tenta fugir e é preso pela polícia

O autor começou a ser monitorado na sexta-feira (24), logo após se apresentar na 3ª Delegacia de Polícia, sendo depois flagrado pelos policiais tentando fugir, momento em que foi abordado e detido.

Arquivo Publicado em 27/08/2012, às 14h28

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O autor começou a ser monitorado na sexta-feira (24), logo após se apresentar na 3ª Delegacia de Polícia, sendo depois flagrado pelos policiais tentando fugir, momento em que foi abordado e detido.

Assassino confesso de sua mulher, Evandro José Barbosa Fernandes, 34 anos, já está preso em caráter preventivo, em um local ainda não divulgado pela Polícia Civil.


O autor começou a ser monitorado na sexta-feira (24), logo após se apresentar na 3ª Delegacia de Polícia, sendo depois flagrado pelos policiais tentando fugir, momento em que foi abordado e detido.


“Os investigadores viram que ele estava em um veículo, no banco de trás e pronto para fugir. No porta malas ainda havia travesseiros e roupas, o que caracteriza a fuga”, disse o delegado Márcio Custódio, responsável pelas investigações.


Já em fase avançada nas investigações, o delegado Custódio acredita que até o início da próxima semana o inquérito policial já esteja concluído. “Algumas pessoas que foram intimadas ainda serão ouvidas e estamos aguardando os laudos periciais”, afirmou o delegado, sem dar detalhes sobre as oitivas que ele já realizou.


Assassinato X Uso de entorpecentes


A professora Zilca Fernandes Marques, 46 anos, foi encontrada morta na última quarta (22), em uma chácara que residia há seis meses com Evandro. Foi a mãe dela e um caseiro do local que viram o corpo, após 30 horas em que o autor teria dado os golpes de fala e depois desaparecido.


Em depoimento, de acordo com o delegado Custódio, Evandro alegou que golpeou a companheira depois que ela o flagrou pela quarta vez, nos seis meses em que eles conviveram juntos, usando entorpecente.


Evandro seria usuário de drogas desde os 15 anos, quando começou a usar maconha e depois, aos 19, conheceu a pasta base de cocaína, de acordo com o seu relato. Ele está sendo indiciado por homicídio doloso qualificado. A pena varia de 12 a 30 anos de reclusão.

Jornal Midiamax