Polícia

Dois depois que o advogado Nivaldo foi executado, os acusados estão presos

Nesta quarta-feira (23), completam dois anos que o advogado Nivaldo Nogueira de Souza foi assassinado em Costa Rica. O advogado foi executado por pistoleiros quando estava na companhia de amigos no Bar e Lanchonete “Meu Cantinho”, localizada na rua Josina Garcia de Melo no dia 23 de março de 2009. O crime chocou os moradores […]

Arquivo Publicado em 24/03/2011, às 00h35

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Nesta quarta-feira (23), completam dois anos que o advogado Nivaldo Nogueira de Souza foi assassinado em Costa Rica. O advogado foi executado por pistoleiros quando estava na companhia de amigos no Bar e Lanchonete “Meu Cantinho”, localizada na rua Josina Garcia de Melo no dia 23 de março de 2009. O crime chocou os moradores da cidade, os acusados da barbárie estão todos presos, porém a comunidade não consegue entender os motivos que levaram Oswaldo José de Almeida Júnior, o “Dinho” a planejar e pagar para executar o advogado.


O processo está sendo instruído no fórum da comarca de Costa Rica, os acusados estão sendo ouvidos assim como as testemunhas. Eles devem ser julgados pelo Tribunal do júri, porém cogita-se a possibilidade do desaforamento do júri, ou seja os acusados serão julgados em outra comarca.


Os acusados:

Seis pessoas foram indiciadas acusadas de participação direta no crime:


Edoildo Ramos, o “Piá”, proprietário de um ferro velho na cidade e acusado de ser o agenciador dos pistoleiros e de ter cuidado pessoalmente de toda a execução do crime.


Michel Leandro dos Reis, acusado de ser a pessoa que estava na garupa da motocicleta e disparou os tiros contra o advogado.


Francisco Pereira Feitoza, o “Chicão”, o responsável pela operação logística para execução do crime.


David Rosendo da Silva é acusado de ter pilotado a moto usada para executar o advogado.
Jair Roberto Cardoso, também ficou encarregado de contratar os executores e de fazer o pagamento pela execução.


O delegado de Policia Cleverson Alves dos Santos, responsável pelas investigações indiciou os acusados por homicídio qualificado e formação de quadrilha. Eles ainda podem ser enquadrados em outras qualificadoras, e ficam sujeitos a condenações que variam de 12 a 30 anos de reclusão. O inquérito policial foi encaminhado para o poder judiciário no mês de outubro do ano passado.

Jornal Midiamax